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“Evil adventuring party.”

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Hmm.. looks like an usual adventuring party for me…

Rich Burlew is a genious.

Tá sem grana pra comer? Dicas do que fazer com aquele pãozinho que você trouxe da casa de sua vó.

Uma comparação interessante entre o ensino médio e o ensino superior no Brasil. Mas note que os valores ali descrito são bem românticos.

Dica do Gustibus 

Diferente do professor, eu não acho que Selva Brasilis disse tudo. Existe um “contrato social velado” na educação brasileira que faz com que o ensino superior aqui seja mafioso. Mas para saber do que eu estou falando, tem que se tentar interagir com estes mafiosos, resistindo a tentação de ser só mais um deles.

Marcas são um pequeno paliativo. Na prática, o máximo que elas fazem é te deixar com preguiça de querer receber informações adicionais.

Outro exemplo de como os mercados funcionam: enquanto o motorista de ônibus faz de tudo para não perceber o usuário no ponto, os taxistas de taxi lotação ficam jogando faro alto na sua caraquando você tá no ponto, e depois que você pega ele ainda anda mais devagar que o ônibus: sempre na espreita de mais um consumidor.

Um belo dia eu, pensando e divagando, cheguei numa idéia: a de que a extrema esquerda e extrema direita se comunicam tanto quanto as opiniões centristas. Claro que para isso você deve julgar como extrema esquerda os adeptos do anarquismo, e a extrema direita os adeptos do neo-liberalismo sem governo.

Finalmente encontrei uma pista desta conexão: o Anarco-capitalismo.

Eu concordo com tudo que está dito ali, mas minhas idéias seguem outros caminhos a partir de então. Azar do anarco-capitalismo ser a forma mais segura para representar os interesses das pessoas. Eu quero um jogo político e uma ordem social menos flexível, mas que seja transparente, já que uma oprganização é mais fácil de se prever que um agregado de indivíduos livres. E eu não confio nos indivíduos enquanto a assimetria de informações reinar absoluta. Logo, eu defendo a atuação do governo em cima de tudo aquilo que a sociedade quer que ele atue – é só uma questão de aprender a lidar com consequências.

O problema do mundo não é ético, organizacional, racional, político, social ou econômico: é informacional. Você saber mais do que eu e eu saber mais que você sempre nos deixará em posições desiguais.

Estudo vai mapear cérebro de jovens deliqüentes, visando encontrar SE existem indícios de fatores neurobiológicos que levam a pessoa a cometer crimes. Faço eu duas ressalvas:

- Primeiro que o estudo, por si só, não tem a intenção de excluir razões sócio-econômicas, nem psicológicas, mas sim tentar saber se existe influência passiva. Ou seja, o mundo é muito complexo para que relações causais sejam óvias e únicas: mais de um fator pode causar um fenômeno.

- Segundo, a reportagem pode ter sido incompleta, mas desconfio que esta pesquisa carece de um grupo de controle.

Fato é que esta é só mais uma pesquisa científica. Mas parece que (na minha opinião ferindo o princípio de falseabilidade) os defensores de outras correntes teóricas usam de suas conclusões para julgar o novo trabalho como absurdo. Será absurdo mesmo?

Bem, eu tenho o palpite de que características biológicas alteram de fato a forma como cada indivíduo percebe o ambiente a sua volta, e esta alteração é que pode mudar a reação (e a formação de caráter), não a própria característica. Daí a complexa diferença: não se pode concluir que um gene causa violência, porque se submetido a outros ambientes, ele poderia não causá-la. Assim, não importa muito como são as influências neurobiológicas na pessoa se os problemas sócio-econômicos também influenciam, e não só isso, como também ferem direitos humanos tanto quanto o crime que eles geram. Portanto, mais útil mesmo é estudar como o ambiente pode estimular a criminalidade.

Assunto este complexo e muito acima da minha capacidade de compreensão. Mas eu estudei 60 horas de memética e 60 de psicologia, então eu acho que posso ter uma opinião formada. Só não posso usar esta opinião para assinar um abaixo-assinado (a não ser que eu queira assinar por outras razões, mas isso é outra história) como este.

Até!

PS: No De Gustibus Non Est Disputandum tem uma opinião bem mais sintética desta história toda.

E as expectativas continuam a arruinar mercados. Mas, quanto mais a situação piora, mais as expectativas são racionias, então logo teremos medidas reais da situação.
Conforme reportagem de Kevin A. Hassett, nós não ainda não podemos saber se estamos em recessão; o mercado de ações entra em crise antes da recessão, e provavelmente já terá voltado ao normal quando a recessão aparecer; economias não têm comporamento cíclico, apenas flutuante, então quem sabe esta não seja a última das recessões (tá, nem tanto…); e, principalmente, recessões nem fazem mal pra saúde!
Falta de informação (ou de acesso a ela) é que é o mal crônico do mundo. Crise sempre vem e vai. O que importa é o que se aprende com ela.

Sempre é bom dar boas notícias.

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