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Apesar de ser considerado apenas uma “tendência“, se pensar que uma banda de estilo tão único quanto Pato Fu fez parte de um show para baianos com Margareth e Babado Novo, e ainda fez um sucesso aparentemente grande, dá pra sentir um certo orgulho em dizer que Fernanda, John, Ricardo, Xande e Lulu Camargo estão caindo no gosto dos brasileiros cada vez mais. :)
A Vale continua pretendendo crescer ainda mais. Sinais do poderio Bric?
Confira a lista das 25 maiores empresas latino-americanas por valor de mercado
- Petrobras (BRA / Petróleo e Gás) – US$ 242,72 bilhões
- Vale do Rio Doce (BRA / Mineração) – US$ 154,57 bilhões
- America Movil (MEX / Telecomunicações) – US$ 104,77 bilhões
- Bradesco (BRA / Banco) – US$ 61,84 bilhões
- Itaú (BRA / Banco) – US$ 60,02 bilhões
- AmBev (BRA / Alimentos e Bebidas) – US$ 44,4 bilhões
- Banco do Brasil (BRA / Banco) – US$ 42,47 bilhões
- Telmex (MEX / Telecomunicações) – US$ 36,37 bilhões
- Wal Mart Mexico (MEX / Comércio) – US$ 28,65 bilhões
- Itaúsa (BRA / Participações) – US$ 27,4 bilhões
- Tenaris (ARG / Siderurgia) – US$ 26,23 bilhões
- Copec (CHI / Petróleo e Gás) – US$ 23,23 bilhões
- CSN (BRA / Siderurgia) – US$ 23,11 bilhões
- Cemex (MEX / Cimentos) – US$ 21,01 bilhões
- Gerdau (BRA / Siderurgia) – US$ 18,2 bilhões
- Unibanco (BRA / Banco) – US$ 18,09 bilhões
- Santander Brasil (BRA / Banco) – US$ 17,59 bilhões
- YPF (ARG / Petróleo e Gás) – US$ 17,05 bilhões
- GrupoMexico (MEX / Mineração) – US$ 16,64 bilhões
- CGTelecom (MEX / Telecomunicações) – US$ 15,98 bilhões
- Grupo Modelo (MEX / Alimentos e Bebidas) – US$ 15,89 bilhões
- Eletrobrás (BRA / Energia Elétrica) – US$ 15,13 bilhões
- Televisa (MEX / Entretenimento) – US$ 13,83 bilhões
- Bovespa Holding (BRA / Bolsas de Valores) – US$ 13,64 bilhões
- Femsa (MEX / Alimentos e Bebidas) – US$ 13,44 bilhões
Fonte: Economatica.
Habilidade individual aumenta diferença entre salários. Afinal, é de se pensar que em economias estáveis (como São Pualo, Distrito Federal e até Minas Gerais), isto seja uma tendência natural: as pessoas param de valorizar fatores institucionais (num sentido lato). Empregadores param de generalizar migrantes a partir da origem, a educação passa a ter um mesmo patamar para todos deixando de ser “um título de garantia”, entre outros, e começam a olhar para o que realmente afeta a qualidade do trabalho, e assim valorizar o trabalhador pelo que ele realmente consegue fazer.
Ou seja, parece uma mostra de que nossa economia segue a estabilidade, e não a crise, que tantos teimam em querer enxergar. Tanto que estados como Tocantins ainda distrata seus próprios conterrâneos. deve ser aos moldes do estrangeirismo carioca dos anos 70. Blergh!
