Habilidade individual aumenta diferença entre salários. Afinal, é de se pensar que em economias estáveis (como São Pualo, Distrito Federal e até Minas Gerais), isto seja uma tendência natural: as pessoas param de valorizar fatores institucionais (num sentido lato). Empregadores param de generalizar migrantes a partir da origem, a educação passa a ter um mesmo patamar para todos deixando de ser “um título de garantia”, entre outros, e começam a olhar para o que realmente afeta a qualidade do trabalho, e assim valorizar o trabalhador pelo que ele realmente consegue fazer.
Ou seja, parece uma mostra de que nossa economia segue a estabilidade, e não a crise, que tantos teimam em querer enxergar. Tanto que estados como Tocantins ainda distrata seus próprios conterrâneos. deve ser aos moldes do estrangeirismo carioca dos anos 70. Blergh!

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