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E as expectativas continuam a arruinar mercados. Mas, quanto mais a situação piora, mais as expectativas são racionias, então logo teremos medidas reais da situação.
Conforme reportagem de Kevin A. Hassett, nós não ainda não podemos saber se estamos em recessão; o mercado de ações entra em crise antes da recessão, e provavelmente já terá voltado ao normal quando a recessão aparecer; economias não têm comporamento cíclico, apenas flutuante, então quem sabe esta não seja a última das recessões (tá, nem tanto…); e, principalmente, recessões nem fazem mal pra saúde!
Falta de informação (ou de acesso a ela) é que é o mal crônico do mundo. Crise sempre vem e vai. O que importa é o que se aprende com ela.
Sempre é bom dar boas notícias.
Este é o tipo de idéia que não costuma dar certo.
Detesto carioquismo. Admiro o gosto que muitos tem pela beleza do Rio, mas para mim é só uma cidade acidentalmente bonita: fosse apenas uma paisgem natural, com o Cristo contemplando o litoral, e seria igualmente bonito. Em especial eu odeio o funk carioca. Não suporto músicas feitas como desculpa para que os homens consigam encoxar as mulheres. Irrito-me muito com isso, em especial quando as mulheres de fato entram no clima, ignorando os objetivos originais da música, e pior ainda no caso do funk quando alguns dizem que ele ainda reforça a imagem feminista. Dizer que o funk valoriza a mulher é tão supreendente quanto a eugenia negativista.
Mas, como toda expressão cultural, o funk tem o seu lado realmente interessante: ele é uma alternativa aos arrastões para que as favelas desçam do morro e atinjam Copacabana. E esta velada revolução cultural talvez seja o que de fato trará o Rio para uma posição realmente admirável (como cidade, e não como terra): o primeiro lugar no Brasil onde as classes social se misturam de verdade.
Afinal, carioca também é tudo igual: seja na Rocinha, seja na Barra – todos são exxxxpertos, rapá.
Acontece de tudo no mundo: então eu tenho consciência de que nem todos os cariocas são ruins. Muitos entram em contato com os mineiros e aprendem a valorizar pessoas que não tenham bunda ou dinheiro. :)
Como eu insistia em tempos de baixo crescimento da economia brasileira, nós estávamos fazendo um crescimento realmente sustentável, porque era a partir daquelas medidas macro que nós manteríamos uma forte estabilidade. Acredito que é agora que o conceito de sustentável será colocado a prova.
Para quem gosta de bichanos, foto tirada pelo gato Fritz, com uma câmera colocada em seu pescoço que fotografa automaticamente de temops em tempos.
Confira o “fotolog” do gatinho alemão!
Até!

