Mesmo diante da explosão de consumo das classes C, D e E no Brasil, que hoje correspondem a cerca de metade de todo o consumo nacional, algumas grandes empresas resistem mudar suas estratégias para atender esta nova realidade, preferindo manter a produção destinada às classes A e B, com medo de denegrirem suas marcas. Ivan Zurita, presidente da Nestlé no Brasil, em entrevista à Folha de São Paulo, bem lembrou:
“As sandálias Havaianas têm modelos cobertos de pedras preciosas e o modelo tradicional que uma diarista utiliza para fazer uma faxina. A imagem da empresa nunca esteve em risco por causa disso.”
Ou então criem nomes diferentes, pseudônimos para as próprias marcas. Se é para continuar com o comportamento discriminatório, que pelo menos o façam de maneira mais útil.
PS: Eu estou completamente inépto para postar no blog estes dias. Minha cabeça só tem intelecto para a monografia e o estágio. Minhas matérias restantes na faculdade que sofrerão com isso…