As críticas acabam por se tornar acusações de que o modelo de competências “é parte integrante da lógica que orienta a estratégia de recomposição das relações entre capital e trabalho [...] que pretende desconstruir os laços de solidariedade e combatividade de classe e impondo um modelo centrado no individualismo [...]” (MANFREDI, 2006)

Heh, entendeu, temos de ser solidários, mas mesmo assim manter a combatividade.

“Em nome do altruísmo: pau neles!”