You are currently browsing the monthly archive for Novembro 2008.
Milton Neves falou, durante seu bolão:
Ipatinga 1 x 1 Grêmio: dois derrotados e rebaixados merecem ficar no empate. Um já caiu e outro despencou do título mais ganho da história dos brasileiros para a maior refugada já dada por um cavalo paraguaio nos páreos da vida. E se o campeonato tem mais três rodadas, o número 2 do Sul terminaria em 5º lugar.
E eu vou concordar corajosamente.
(:
Claro. E depois coloquem Kim Yong-il no lugar!
Shows nos metrôs de BH durante as madrugadas de sábado de dezembro. Melhor que certos Creamfields com shows de 45 minutos…
Estarei lá no Nação Zumbi este sábado!
Confira o site do BH Music Station. Mas eu recomendo mais que você visite o Meio Desligado que a matéria lá cobre melhor o assunto!
(:
Não. Eu também não conheço o cara. Devo ser menos nerd que você leitor. Mas como eu gostei muito da imagem abaixo, eu resolvi recomendar. pelo menos leia o pequeno post sobre ele no blog dos Quadrinhos:
Até!
Dessa vez, veio até mim graças ao Blog dos Quadrinhos:
Lembrando que estamos nas três primeiras edições! Se eu fosse Maurício de Sousa, preocupava-me mais em conter as rejeições com uma melhor publicidade, e não dizer que pouco lhe importa.
E só para você ficar mais satisfeito, do Hero Complex: 12 upcoming remakes of Hollywood sci-fi classics (em inglês)
Eu falo que esta década vai ser a melhor década para se assistir filmes legais…
(:
Piratas do Caribe 4, Pince of Persia: Sands of Time e The Man Who Killed Don Quixote (este dirigido por Terry Gilliam!).
Yo-ho!
(:
(:
Veio até mim graças o Omelete!
Um generoso trecho (muito bom) de um post do blog Mão Invisível. Só espero que o Sr. André não se incomode com isto!
“Em que pesem os efeitos (aparentemente esgotados) dos derivativos cambiais sobre as empresas privadas, o BC brasileiro pode permitir que a moeda flutue, preservando as reservas (e, portanto, a solvência externa), ao mesmo tempo em que os ganhos sobre estas ajudam a reduzir a dívida pública, melhorando a solvência doméstica. Não por acaso, em contraste com os modelos heterodoxos, nosso risco-país cresceu relativamente pouco, de 1% a.a. para 4,3% a.a., mais por conta da piora geral do que algum problema específico no Brasil.
Contra este pano de fundo só mesmo a duradoura “privação momentânea de sentidos”, tão particular aos keynesianos de quermesse, pode explicar a insistente louvação a um modelo que está levando países que o adotaram a uma crise financeira de grandes proporções. Para heterodoxos, contra a ficção não há argumentos.”
Mesmo que eu não seja um liberal, com certeza a ortodoxia eu vou sempre defender.
Até!



