You are currently browsing the daily archive for Novembro 9th, 2008.
Little Joy é a banda formada por um projeto alternativo de Fábio Moretti, baterista de The Strokes, e Rodrigo Amarante, ex-Los Hermanos. Tive a oportunidade de ouvir algumas músicas deste álbum, e delas eu drecomendo especialmente Shoulder to Shoulder, que é uma espécie de “balada noir” (fez sentido? Detesto definir estas coisas).
Gostei do que eu ouvi. Tive a impressão de que a qualidade da gravação estava aquém, mas enfim. é muito boa a sensação de ver um som bom como de Strokes mais as vozes arrastadas de Amarante e a Binki Shapiro. O som é lento e experimental, muito livre, às vezes em excesso. Mas para mim soa melhor que Los Hermanos, e menos enjoativo que Strokes¹ (quando se houve o álbum inteiro).
Enfim, depois de ouvir Little Joy eu fiquei com um gosto maior pela reinvenção. Creio que eu possa estar exagerando, mas ouvindo as músicas eu tinha muito a sensação de ouvir sons clichês renovados, algo como remake de clássicos. De novo, vale ouvir a Shoulder to shoulder para tentar entender o que eu digo.
Recomendo!
Enquanto isso, Marcelo Camelo, o outro lado ex-Los Hermanos, seguiu para uma ode a tudo que ele mais gosta, no álbum Sou. Este álbum ficou parecido com meu blog: feito para a própria pessoa que o “produz”, não para quem o “consome”.
¹Não que ter o mesmo baterista faz de little Joy e Strokes bandas que devem ser comparadas, mas o próprio estilo que resultou da formação dessa banda tem no Strokes um bom referencial de comparação.
Discussão prosposta pelo Blog dos Quadrinhos.
Demais nerds que me desculpem, mas acho que o problema para se tratar quadrinhos como coisa séria é o mesmo sofrido pelo RPG: os temas abordados pelas suas obras.
Outra madrugada eu escrevo mais sobre isso.
Até!
O desconto vale para as salas em São Paulo, Rio, Curitiba e Porto Alegre.
E eu vou perder isto porque o desconto não rola em BH. Damn!
):
“Não pergunte o que seu país pode fazer por você — pergunte o que você pode fazer pelo seu país.”
“Para os homens livres, o país é o agregrado de indivíduos que o compõe, e não alguma coisa acima deles. Ele é orgulhoso de sua descendência e leal às suas tradições comuns. Mas ele considera o governo como um meio, um instrumento, nem um garantidor de favores e presentes, nem um mestre ou deus para ser cegamente adorado e servido.”
[traduções livres]
Existe um detalhe nestas linhas que você deve abstrair por conta própria leitor. Os homens livres tomam suas próprias decisões, qualquer que seja esta decisão; e o país é o agregrado de indivíduos que o compõe, então ele representa também o agregado de opiniões que o compõe. E se os homens livres decidirem se limitar? E se o agregrado acredita na beatificação do Estado?
Mas enfim, não é tão fácil assim definir o que uma nação inteira quer. O que fazer? de que lado você fica? Como o Brasil se enxerga? Uma olhada na Constituição ajuda a vslumbrar um pouco.
Estas frases são respectivamente de JF Kennedy e Milton Friedman, que eu traduzi livremente deste post do Mankiw. Que aliás, me lembrou muito uma certa crítica de Matizes Escondidos às coisas que dá para fazer pelo governo…
No Blog do Josias de Souza, para a Folha Online:
A coisa começa a esquentar enquanto o PSDB vai se institucionalizando. Na minha opinião, um elemento marcante das eleições amercianas são as disputas preliminares entre os presidenciáveis do Partido Democrata. Quem sabe os tucanos não aprendem a fazê-lo por aqui também?
Até!

