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(por e-mail)
"Se olharmos os jornais de hoje, o ‘Globo’ publica que o governo avalia formas de compensar estados e municípios que vão perder dinheiro de royalties e participação especial do pré-sal. Já a ‘Folha de S. Paulo’ afirma que o governo pretende investir dinheiro do pré-sal em países vizinhos. E o ‘Estado de S.Paulo’ que um comitê vai administrar os recursos do pré-sal."
Depois falam que eu sou contrário ao governo do Lula e eu fico sem entender o porquê. Oxalá eles melhorem suas capacidades de decisão (técnica).
Até!
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De Gustibus non est disputandum:
"Se uma lágrima escorreu do olho de algum velhinho do interior, o plano é um sucesso. Há quem chame isto de ‘avaliação de projetos sociais não-neoclássica’. Há quem chame isto de ‘apenas um ponto-de-vista plural’. Mas há quem chame isto de wishful thinking"
Afinal, não custa quase nada – basta calcular quantos brilhos há nos olhos do velhinho…
Há quem chame isso de picaretagem de quem nunca entendeu matemática, preferia fumar maconha ao invés de encará-la e hoje tem que se disfarçar de foda para viver.
(Enviado por e-mail, na hora do almoço! Eu amo meu blogue e seus poucos e ousado leitores)
Na Superinteressante Edicão nº 268* traz a matéria "O fim da infância (1850-2009)", em que se traça um histórico de como o coneito de infância surgiu e porque ele agora está confuso e talvez chegado ao desuso.
Um trecho:
"Em 1850, a transição está completa. O mundo, que era um só, virou doi: o das crianças e o dos adultos. É nele que se falam sobre diferenças entre classes sociais, morte, doença , violência, dinheiro e, o segredo mais bem guardado, o sexo. De assuntos como estes, as crianças deveriam ser poupadas, em nome de uma infância sadia."
Do meu ponto de vista, acrescento um ponto negativo da criação desta "abstração infantil". Ela atrasa a capacidade de vencer preconceitos. Isto porque quando as crianças como a ser tratadas como tal, o mundo não respeitava diferenças.
O conto de Siddharta Galtama (o Buda mesmo) é bem ilustrativo. QUando jovem, o príncipe Siddharta não conhecia o mundo real. Por exemplo, seu pai mandava afastar todos os velhos, doentes e pessoas feias de seu caminho quando resolviam passear pelo reino. Assim, o pequeno nobre não sabia que existiam estas condições na vida do ser humano. Seu choque ao finalmente encontrar com estes excluídos foi tamanho que fez decidir seguir o caminho da espiritualidade(!).
Só que nossas crianças não recebem o choque, elas convivem com os dois lados da moeda. Suas historinhas infantis e amiguinhos são saudáveis, despreocupados, sonhadores. São perfeitos, ou pior, são imperfeitos apenas naquelas imperfeições convenientes, que os transformam não em esterótipos um pouco mais completos, mas ainda sim com estilo e despreocupações reais. (Poucos vão entender o que eu disse, porque não percebem a sutileza das "desvantagens conveniente")
Esta forma de criar, e até de valorizar a inocência das crianças, criam muitos valores na cabeça dos pequenos que podem ser facilmente distorcidos. Nem os pais nem ninguém têm controle sobre a realidade, e também não têm controle sobre a reação das crianças. Como garantir que a criança não terá (ou conseguirá vencer) o preconceito a cadeirantes? Gays? Negros, amarelos, brancos, judeus, etc, etc, etc? Como garantir que elas não confundam escolher um objetivo com escolher qual caminho leva a qual objetivo? (Será que você conseguem perceber a gigantesca diferença? O primeiro convive com a realidade, o segundo quer alterar a realidade.)
A fanqueza, para mim, não solucionaria este problema, mas pelo menos não criaria novos. Dizer para o garoto "não sei", "não faça isso porque acontece aquilo", "se vira", "não depende só de você ou de mim" com certeza o prepararia melhor para lidar com as situações do dia a dia e com seus planos para o futuro.
O respeito, sem dúvida, ensinaria a criança a respeitar também. Aí caebria a ela acreditar que respeitar é a melho dorma de conviver. Mas para isto é preciso ensiná-la respeito. Compromissos cumpridos (castigo é castigo; sem mesada é sem mesada; dia de ir no parque é dia de ir no parque); ouvir com atenção
E por fim, não ignorar as capacidades da informação. Existe um mundo além casa e hora-aula, que a garotada pode saber mais que você, mais velho. A questão é como saber dar a criança a credibilidade da experiência. É diferente de responder com argumentação de autoridade do mais velho ("Eu já passei por isso, e lá na frente você vai se dar mal". Nada pior que ouvir isso para alguém que tem sonhos e planos). Saber colocar no inconsciente dela que te ouvir é uma coisa valiosa, mais do que ouvir o computador.
Na prática, todo mundo acha que sabe como criar uma criança. E também na prática, não existe panacéia. E, pelo menos eu quando não sei o que responder numa dada situação, eu prefiro usar a sinceridade.
E para quem quiser manter o conceito de infância, vai aqui um reforço da sua necessidade.(Apesar da matéria não discutir a importância do surgimento da infância; trata apenas da evidência de que não é algo biológico, mas cultural)
*Para quem ainda trem preconceito em relação às reportagens Superinteressante (especialmente se causado pela falta de competência crítica adolescente influenciada pelo professorizinho de física), a matéria, que me refiro tem o texto de Emiliano Urbim, e tem como referência:
POSTMAN, Neil. O desaparecimento da Infância. Editora Graphia.
STEIBERG, Shirley; KINCHELOE, Joe (org). Cultura Infantil. Editora Civilação Brasileira
Também criaram um espaço para discutir a reportagem no fórum da revista
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Paulo Vinícius Coelho comenta a média de público do Atlético neste campeoanto de 2009:
E, para contestar cruzeirenses, parece que a renda do clube atlético deste Brasileiro é a segunda maior, atrás apenas da renda corintiana, em cerca de R$ 11.000,00. Isto com um jogo a menos dentro de casa.
Não se compara, claro, a renda do Barcelona nesta camapnha que lhe rendeu uma tríplice coroa: cerca de 1 bilhão de reais.
Com essa grana, o Galo com certeza contraria o Riquelme.
E o Verón!
(:
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Do blogue Diplomatizzando:
"A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em parceria com a Escola Nacional Florestan Fernandes, está ministrando curso de Especialização em Estudos Latinos Americanos para 25 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.
A parceria teve início no ano de 1999 com a passagem, pela cidade de Juiz de Fora, da Marcha Popular pelo Brasil. Os cursos, proporcionados pela UFJF, tem como público alvo a população do meio rural, historicamente excluída da maioria das políticas públicas e, consequentemente, do ensino superior."
Acho que o Ministério da Educação deveria prestar um serviço público mais adequado para nossos jovens, impedindo a liberação de cotas para as faculdades públicas brasileiras.n Pelo menos quando o assunto é ciências humanas.
Fazer o quê?
(enviado por e-mail)
O benefício é altíssimo e fundamental, mas o custo da Justiça brasileira precisava mesmo ser tão alto?
Paulo Roberto de Almeida, no blogue Diplomatizzando:
"’Conselho Nacional de Justiça’, ou seja, um órgão criado para controlar, supostamente, o nepotismo, o desperdício e a corrupção na ‘justiça’ (com j minúsculo e aspas) brasileira, e que começa, justamente, por construir um palácio (certamente cheio de vidros fumé, granito marmorizado e outros desperdícios, e que será provavelmente superfaturado)."
Texto interessante!
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José Roberto Maia, colunista do portal ESPN.com.br, comenta:
"Aleluia! Pode ser apenas um puxão de orelha, mas o ex-presidente da Fifa João Havelange tem surpreendido os amigos nos ágapes da vida: já se cogitou dividir a Copa de 2014 com Portugal. Motivo do enlace: os construtores que se apresentaram para fazer estádios no Brasil já tiraram o cavalinho da chuva, porque o BNDES não vai abrir a torneira da felicidade."
Seria interessante, não posso deixar de dizer!



