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A revista Exame publica em sua página uma lista com os principais eventos mundiais do ano de 2011. Os destaques, naturalmente, são o tsunami japonês, a crise europeia e a primavera árabe. Mas além, a revista relembra conflitos como os problemas políticos no Legislativo americano, a exigência de educação gratuita no Chile, entre outros fatos mias ligados à América do Sul.

Vale a consulta. E vale comentar caso a caso a parte. Se eu arranjar um espaço, faço isso no meu blogue ao longo do mês de dezembro.

Essa história de engarrafar águas sempre me intrigou. Digo, além do óbvio – desde quando eu era mais novo e rejeitava qualquer aumento de R$ 0,02 no preço de uma bala. Por que eu vou pagar R$ 1,00 pra tomar água?! Leia o resto deste artigo »

Na coluna Talking Point do Deutsche Bank Research, Markus Jaerger comenta como ele acredita que será a continuidade da política econômica do governo brasileiro, a partir de 2011: Leia o resto deste artigo »

Esta postagem foi provocada por um comentário bem interessante no De Gustibus nos est Disputandum:

“É transparência obter informações privadas de forma ilegal e divulgá-las? Há controvérsias. Mas parece que a WikiLeaks tem muito de mito e pouco de realidade em outro aspecto importante: não é nenhum ideal de ‘democracia de informação’.

Além disso, escolher o que divulga, e quando, parece muito mais um procedimento economicamente motivado do que um genuíno interesse de esclarecimento. A pergunta que permanece – levantada por outro blogueiro – é: como não existe almoço grátis, quem paga pelo WikiLeaks e, o mais obscuro, sob que interesses?” Leia o resto deste artigo »

Pelo menos de acordo com a candidata Dilma Roussef; no trecho no texto de Rolf Kuntz:

“Segundo a candidata Dilma Rousseff, o Brasil só não cresceu mais nos últimos anos porque o governo petista encontrou ‘uma inflação fora de controle’, havia uma dívida muito grande com o FMI e foi preciso gastar tempo para pôr em ordem as finanças.”

Alguns dias atrás eu falava sobre apostar em celulares Android do que no Iphone. Neste artigo (em inglês) da revista Wired, eles  explicam melhor esta teoria:

“The short history of the computer industry is dominated by two well-known stories: How mainframe makers failed to take the personal computer seriously until it was too late, and how Apple refused to license its innovative new operating system and ended up ceding the market to Microsoft. Unless Apple learns from its mistakes it’s going to end up with a Macintosh-like minority market share again — in mobile.”

Claro que, o próprio texto elucida, uma empresa do porte da Apple, tão decidida a manter certo posicionamento de mercado, pode adquirir atributos consideráveis, conquistados com experiência e estratégia:

As for hardware costs and performance, Apple’s component suppliers are the market leaders. Even its “unique” ARM-based CPU uses the same instruction set as the CPUs in its competitor’s phones. For now, at least, Apple is on the right hardware train. And if the time ever comes to make a change, Apple is uniquely experienced in switching CPU architectures in a way that’s mostly transparent to customers.

As reflexões interessantes se resumem aqui:

“(…)hardware diversity is not driving Android sales. The magic formula is simple: quality + availability. Android is ascending in the market because it’s good, it’s available where people want to buy it, and it runs on the networks people want to use.
(…)
The only way for Apple to eliminate the distribution and marketing advantage currently enjoyed by Android is to make sure that everywhere an Android phone is for sale, there’s an iPhone sitting right next to it that will work on the same network.”

Esta história ainda vai longe e eu vou char muito interessante testemunhá-la. Só espero não preferir o lado perdedor denovo…

Míriam Leitão, sobre a política econômica do Governo Lula, e o que ela espera dos próximos governantes:

“Nesta reta final do governo Lula, políticas têm sido adotadas diariamente que quebram a longo prazo um pé do tripé. Os aumentos de gastos públicos, a criação de despesas permanentes, a construção de atalhos fiscais para o endividamento público, a ressurreição da política industrial do governo militar, as exceções criadas na Lei de Responsabilidade Fiscal, tudo isso está, na prática, minando as bases do equilíbrio fiscal.”

De fato, é muito difícil pensar que um presidente brasileiro não vá usar de sua autoridade sobre o Banco Central para atender demandas políticas de curto prazo. Mas se for ponderado que oito anos de governo Lula-PT-PMDB não o fizeram graves mudanças, quem sabe isto não se sustenta? Tiraremos a prova, creio eu, justamente quando os ditos gastos fiscais cobrarem sua fatia na produção nacional (além do terço levado pelos impostos).

O povo brasileiro ainda não é capaz de enxergar benefícios de longo prazo, somos um povo orientado para o presente. Esta é a dificuldade que, persistindo, vai exigir do presidente atitudes “drásticas”.

Presidente este que necessariamente é um ser corporativista, empoderado mediante coalizões perversas, e invariavelmente personalista. Se não, não conseguiria ser eleito. Ainda não. O sistema político e eleitoral brasileiro exige de seus candidatos, governantes e oposição que mantenham vícios de políticas paternalistas. Eles são incapazes de tomar medidas impopulares, mas que levem a benefícios maiores. Vejam a rejeição ao Fernando Henrique Cardoso quando este tentou consolidar algumas reformas (e que até hoje rendem debates acalorados).

Nosso presidencialismo de coalizão é democrático, pelo menos no que tange ao presidente.

(…)

5 Exclusões gerais (O QUE NÃO ESTÁ COBERTO).

(…)

5.1.2 Causados por: fogo; atos decorrentes da natureza; roubo, furto, saque, vandalismo, motim, rebelião, revolta, revolução, força militar; caso fortuito ou de força maior, salvo prestação de serviço militar ou atos de humanidade em auxílio de outrem;(…).

“Desculpe senhor, mas nós não temos culpa se seu país não estava preparado para uma moeda comum bolivariana. “

“Mas os militares estão fazendo isso por nos salvar do império estadunidense!”

Se fosse para ter este tipo de regra, não deveria nem tentar vender num país latino americano. Eu me recusei a pagar mais por uma garantia dessas aqui!

Luiz Eduardo escreve:

“Ainda que, como todo importante movimento social e político, o socialismo tenha se desenvolvido de maneira rica, com dissidências e variadas perspectivas práticas e teóricas, com diferentes análises da situação e propostas de mudança social divergentes, enfim, ainda que a história do movimento apresente inúmeros pontos de separação de correntes, é inegável a hegemonia do pensamento marxista como um apoio central sólido do movimento.”

Eis um artigo enorme (no sentido de “eu não posso lê-lo enquanto não chegar em casa”) sobre o marxismo, suas diferenças em comparação com outras vertentes que defendem o socialismo e sobre o peso que o marxismo possui sobre aqueles que defendem as posturas de esquerda mais radicais. Parece muito interessante.

Vou reproduzi-lo na íntegra aqui abaixo, e no final do texto vocês terão acesso ao link original: Leia o resto deste artigo »

Paulo Roberto Almeida, em um artigo no Ordemlivre.org:

“Este é, provavelmente, um dos mais equivocados, mas persistentes, ‘axiomas’ da teoria social dita de esquerda sobre as origens das desigualdades entre as pessoas e os países. Embora não especificamente marxista em sua origem, foi com o marxismo que essa ‘tese’ se difundiu e adquiriu ares de ‘evidência histórica’ como nunca tinha sido o caso no pensamento utópico das correntes socialistas anteriores. De fato, desde Babeuf (e sua ‘conjuração dos iguais’), passando por Proudhon – ‘A propriedade é um roubo’ – e pelos anarquistas de todas as tendências (menos os anarco-capitalistas, claro, que são mais exatamente libertários), ‘progressistas’ de todas as cores vêm repetindo (em todas as variantes possíveis, e com sucesso) esse credo aparentemente plausível, mas redondamente falso e, no limite, intelectualmente desonesto.”

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