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Polêmmica no OrdemLivre.org:

“Assim sendo, todas as regulamentações profissionais, não importa como se apresentem, limitam o direito que todos os cidadãos devem ter ao trabalho e o direito dos consumidores de escolherem os profissionais que bem entendam para lhes prestar serviços, independentemente da permissão de ordens, conselhos e entidades similares que, na verdade funcionam muito mais como sindicatos de autoproteção do que como defensores dos consumidores.”

Se não existe regulamentação me protegendo, como vou saber se meu médico é competente? Leia o resto deste artigo »

Esta postagem foi provocada por um comentário bem interessante no De Gustibus nos est Disputandum:

“É transparência obter informações privadas de forma ilegal e divulgá-las? Há controvérsias. Mas parece que a WikiLeaks tem muito de mito e pouco de realidade em outro aspecto importante: não é nenhum ideal de ‘democracia de informação’.

Além disso, escolher o que divulga, e quando, parece muito mais um procedimento economicamente motivado do que um genuíno interesse de esclarecimento. A pergunta que permanece – levantada por outro blogueiro – é: como não existe almoço grátis, quem paga pelo WikiLeaks e, o mais obscuro, sob que interesses?” Leia o resto deste artigo »

Ao que parece, até nas aulas básicas que ensinam sobre oferta e demanda do pequeno vendedor de limonadas a partir de agora são alvos de críticas de alguns alunos – aqueles hostis ao pensameno científico econômico.

Isto porque quando Mankiw começar a desenhar seu exemplo.. “Suponham uma criança vendendo limonadas…” os alunos espertalhões vão começar a dizer “E, professor, mas você tem que ver que se a criança não tiver autorização do governo, ela não tem o direito de vender sua limonada!!”

É… a abstração em prol da lógica vai se tornar cada vez mais difícil…

Chegou até mim graças ao blogue De Gustibus Non Est Disputandum

Eu iria postar um link direto para o Diplomatizzando, mas essa do De Gustibus non Est Disputandum foi muito boa:

"Adeus, Francenildo. Os historiadores marxistas – e os filósofos oficiais – não falarão de ti. Tu, maldito, não és uma ‘classe social’, és um alienado, um indivíduo e, ensina-nos a dialética marxista-gramsciana-leninista-e-aliados, um indivíduo não é nada. O que vale é a necessidade da maioria."

Ele devia ter feito um haicai.

De Gustibus non Est Disputandum: “Um país de todos requer políticos que realmente combatam privilégios e não que os criem.”

Gosto muito quando o professor Shikida argumenta e dá sua própria opinião. Normalmente ele s’sabe das coisas, guarda pra ele, joga a ironia e eu que tenho que me virar pra investigar do que se trata! heheh

Até!

Excelente análise dos problemas na educação superior e técnica no Brasil. Só me faz reiterar o absurdo que é viver num país onde o sindicalismo é tem sua “mais-valia”, em detrimento da eficiência e da inteligência.

O autor não chega a tocar em um ponto interessante. A relação dos membros da área da educação nos governos (Ministério da Educação, faculdades, Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais) são como uma máfia organizada e perigosa, que se recusa a aceitar, por vezes, trabalho delegado até pelo chefe de estado. Não trabalham em equipe, e não admitem que sejam contrariados, usando basicamente a falácia da autoridade para impedir os demais de argumentar contra eles. Se um agente externo e ortodoxo viesse aqui ao Brasil e implantasse uma política de controle de qualidade dos nossos professores, meu palpite é de que passaríamos uma vergonha internacional.

Triste é a impotência da razão sobre as falácias típicas dos brasileiros:

“Será que o investimento está sendo questionado porque é para as classes populares?”

ou

“Sabe com quem está falando? Eu sou um professor!”

Ou seja, a educação vai para o buraco, pouco a pouco, e eu não posso dizer nada a respeito. Azar. Quando eu entrei para a Escola de Governo da Fundação João Pinheiro, minha maior vontade era seguir carreira na Secretaria de Educação. No último semestre, depois de tudo que eu conheci sobre o estado, eu abandonei a idéia. Não só eu abandonei a idéia, como a única vaga plenamente recusada por todos os formandos da minha turma* foi a de trabalhar nesta área.

 

Veio até mim graças a De Gustibus Non Est Disputandum

. Que por sua vez desabafou, resignado:

“Qualquer opinião contra a maioria bolivariana é, obviamente, taxada de neoliberal e os méritos do argumento são, normalmente, ignorados.”

Desta vez, com muita razão.

Até!
(:

* Para quem não sabe, a Escola de Governo da Fundação João Pinheiro fornece bolsa de 1 salário mínimo a TODOS seus alunos, e todos também terão vaga garantida em algum órgão estadual, geralmente as secretarias de estado.

‘Everything works much better when wrong decisions are punished and good decisions make you rich.’

As chances de o mundo ser assim são menores do que ocorrer a total igualdade de renda.

No mais, foi uma crítica impecável. Economistas ortodoxos sabem bem como funcionam os meios. Só não parecem ter muita noção de como definir o bem-estar a ser maximizado.

Encontrei essa graças ao Super Professor Shikida
(:

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