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Ao que parece, até nas aulas básicas que ensinam sobre oferta e demanda do pequeno vendedor de limonadas a partir de agora são alvos de críticas de alguns alunos – aqueles hostis ao pensameno científico econômico.

Isto porque quando Mankiw começar a desenhar seu exemplo.. “Suponham uma criança vendendo limonadas…” os alunos espertalhões vão começar a dizer “E, professor, mas você tem que ver que se a criança não tiver autorização do governo, ela não tem o direito de vender sua limonada!!”

É… a abstração em prol da lógica vai se tornar cada vez mais difícil…

Chegou até mim graças ao blogue De Gustibus Non Est Disputandum

De Gustibus non Est Disputandum: “Um país de todos requer políticos que realmente combatam privilégios e não que os criem.”

Gosto muito quando o professor Shikida argumenta e dá sua própria opinião. Normalmente ele s’sabe das coisas, guarda pra ele, joga a ironia e eu que tenho que me virar pra investigar do que se trata! heheh

Até!

Excelente análise dos problemas na educação superior e técnica no Brasil. Só me faz reiterar o absurdo que é viver num país onde o sindicalismo é tem sua “mais-valia”, em detrimento da eficiência e da inteligência.

O autor não chega a tocar em um ponto interessante. A relação dos membros da área da educação nos governos (Ministério da Educação, faculdades, Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais) são como uma máfia organizada e perigosa, que se recusa a aceitar, por vezes, trabalho delegado até pelo chefe de estado. Não trabalham em equipe, e não admitem que sejam contrariados, usando basicamente a falácia da autoridade para impedir os demais de argumentar contra eles. Se um agente externo e ortodoxo viesse aqui ao Brasil e implantasse uma política de controle de qualidade dos nossos professores, meu palpite é de que passaríamos uma vergonha internacional.

Triste é a impotência da razão sobre as falácias típicas dos brasileiros:

“Será que o investimento está sendo questionado porque é para as classes populares?”

ou

“Sabe com quem está falando? Eu sou um professor!”

Ou seja, a educação vai para o buraco, pouco a pouco, e eu não posso dizer nada a respeito. Azar. Quando eu entrei para a Escola de Governo da Fundação João Pinheiro, minha maior vontade era seguir carreira na Secretaria de Educação. No último semestre, depois de tudo que eu conheci sobre o estado, eu abandonei a idéia. Não só eu abandonei a idéia, como a única vaga plenamente recusada por todos os formandos da minha turma* foi a de trabalhar nesta área.

 

Veio até mim graças a De Gustibus Non Est Disputandum

. Que por sua vez desabafou, resignado:

“Qualquer opinião contra a maioria bolivariana é, obviamente, taxada de neoliberal e os méritos do argumento são, normalmente, ignorados.”

Desta vez, com muita razão.

Até!
(:

* Para quem não sabe, a Escola de Governo da Fundação João Pinheiro fornece bolsa de 1 salário mínimo a TODOS seus alunos, e todos também terão vaga garantida em algum órgão estadual, geralmente as secretarias de estado.

‘Everything works much better when wrong decisions are punished and good decisions make you rich.’

As chances de o mundo ser assim são menores do que ocorrer a total igualdade de renda.

No mais, foi uma crítica impecável. Economistas ortodoxos sabem bem como funcionam os meios. Só não parecem ter muita noção de como definir o bem-estar a ser maximizado.

Encontrei essa graças ao Super Professor Shikida
(:

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