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Pelo menos de acordo com a candidata Dilma Roussef; no trecho no texto de Rolf Kuntz:

Veio até mim graças a The Icy gaze of the princess of fireflies, que ressaltou:
“o desenho é do ilustrador Patrick Moberg…
acho legal descobrir a fonte dessas coisas.”
Referências nerd a parte, parabéns ao Hussein Obama II
(:
“Não pergunte o que seu país pode fazer por você — pergunte o que você pode fazer pelo seu país.”
“Para os homens livres, o país é o agregrado de indivíduos que o compõe, e não alguma coisa acima deles. Ele é orgulhoso de sua descendência e leal às suas tradições comuns. Mas ele considera o governo como um meio, um instrumento, nem um garantidor de favores e presentes, nem um mestre ou deus para ser cegamente adorado e servido.”
[traduções livres]
Existe um detalhe nestas linhas que você deve abstrair por conta própria leitor. Os homens livres tomam suas próprias decisões, qualquer que seja esta decisão; e o país é o agregrado de indivíduos que o compõe, então ele representa também o agregado de opiniões que o compõe. E se os homens livres decidirem se limitar? E se o agregrado acredita na beatificação do Estado?
Mas enfim, não é tão fácil assim definir o que uma nação inteira quer. O que fazer? de que lado você fica? Como o Brasil se enxerga? Uma olhada na Constituição ajuda a vslumbrar um pouco.
Estas frases são respectivamente de JF Kennedy e Milton Friedman, que eu traduzi livremente deste post do Mankiw. Que aliás, me lembrou muito uma certa crítica de Matizes Escondidos às coisas que dá para fazer pelo governo…
