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Do Estadão:

Hillary disse à imprensa que polêmicas em torno da questão dos direitos humanos “não podem interferir na crise econômica global, na mudança climática e na crise de segurança”.

Logo, não queimem chineses como combustível nas fábricas porque polui o ambiente. Mas usem chineses reciclados que tá de boa…

Nestas horas é que me sinto nem abanonando sonho de ser um diplomata…

Do Estadão:

“Companhias baseadas nos maiores países emergentes são as que mais praticam corrupção quando fazem negócios no exterior. A conclusão é apresentada hoje em relatório da Transparência Internacional.” 

 

 

Opa! Acho que nossos professores de economia têm algo a dizer sobre isso! Frasescomo:

“SÉÉÉRIO??”
“Não me diga…”
“AH! Vai se ferrar, eu te falei isso três vezes antes da prova!”
“Eu num falei…”

Mas sempre vai ter um professor que vai falar assim:
“Mas você tem que estar vendo que as instituições implicam na premissa de que o neoliberalismo não serve para nada e que ser do social é o que há. Logo, estaremos esquecendo do óbvio para estar falando sobre o que queremos que seja verdade…”
E vai estragar tudo!

Mas enfim…

Do Estadão:

“(…)O resultado foi uma ríspida troca de palavras: ‘Desculpe, mas você precisa apertar minha mão’, disse o jornalista. ‘Isto sou eu quem decide’, retrucou Khadiga, perguntando a ele como um sueco que se convertesse ao Islã deveria proceder.” 

 

Um show de babaquismos cria polêmica na Suécia.

Acontece uma coisa curiosa com as pessoas: um grupo social luta desesperadamente pela sua liberdade. Assim que consegue, este grupo trata logo de estabelecer seu próprios valores (e com estes valores, estabelecem também suas próprias regras). Daí, assim que os valores estão instituído dentre os membros do grupo o próximo passo é impor estes valores (e regras)?

Tanto os suecos quanto os iraquianos estão me dando um belo exemplo de como a humanidade é naturalmente incapaz de lidar com sua própria racionalidade.

Saramago falando ao Estadão sobre sua mais nova obra, A Viagem do elefante:

“Acho que ficou bem resolvido, pois introduz uma dinâmica diferente: o leitor é constantemente surpreendido (como eu mesmo fiquei) com certas palavras e construções frásicas.” 

 

Como se isto já não acontecesse nas suas outras obras. Enfim, altamente recomendado. Eu quero este livro aí. Deve ser dos melhores.

Pelo Estadão.

A gente aqui deveria fazer o mesmo pelo Médici.

E pela Carlota Joaquina. 

(:

Misturar informações técnicas com ênfases jornalísticas têm ficado mais difícil com a crise financeira:

“Em Londres, o índice Financial Times mergulhou 7,16%, a 4.079 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX desabou 6,49%, para 4.861 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 despencou 6,82%, para 3.381 pontos.”

Segundo o Priberam, dicionário da língua portuguesa, toma suas próprias ações para combater a crise de liquidez verbal:

diminuir:

tornar menor;
subtrair um número de outro;
tornar raro;
apoucar;
reduzir a menos;
deduzir;
moderar;
deprimir;
amortecer;
decrescer;
minorar, tender a desaparecer;
emagrecer;
humilhar-se (figurativo).

cair:

ir abaixo;
pender;
tombar;
desabar;
abater-se;
inclinar-se;
curvar-se;
acontecer;
suceder;
abrandar;
amainar;
sujeitar-se;
incorrer;
cometer;
descer;
baixar;
ajustar-se;
combinar-se;
harmonizar-se;
ser enganado, surpreendido.
cair em si: ter grande decepção; aperceber-se;

a cair: a não se suster (locução verbal)

Desse jeito, as bolsas do mundo vão humilhar-se de tanto não se susterem!

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