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Infelizmente eles não são reais. Estes uniformes do Galo são uma proposta de um membro do Terreiro do Galo para a Topper utilizar como a linha de uniformes do time em 2011:
O paulista Paulo Vinícius Coelho fez hoje um comentário sobre a situação atual do clássico das alterosas:
Antes, rapidamente sobre as gozações do rival: no meu caso, eu sou o tipo de pessoa que se diverte mesmo quando toma ferro nas competições. Posso até ficar nervoso no calor da disputa, mas depois eu me divirto muito tentando me defender com os argumentos mais furados (visto, principalmente, porque eu sou o fudido da história). E outro ponto é que o cruzeirense não tem aquele jeito de torcedor que realmente é apaixonado com a coisa. Pode até ser preconceito contra os neo-cruzeirenses que surgiram nessa fase fantástica que viveu o time, porque viraram torcedores azuis não por se apaixonarem, mas por luxúria de falar que são campeões. Daí eles abrem um sorriso e falam de seus títulos e currículo maravilhoso… mas é o mesmo que nada. E o agravante é que parece que a imprensa além de Minas, passional demais, trata o Cruzeiro quase que como um time argentino.
Eu posso arriscar umas opiniões do que acontece. O futebol histórico é um, o futebol atual é outro. O atual possui uma vasta gama de títulos a serem disputados, a quantidade de jogos é absurdamente maior, o esforço por jogo é monstruoso. Especialmente no final dos anos 90 e início dos anos 2000, o futebol brasileiro passou um terrível período financeiro. Sobreviveram aqueles que poucos anos antes haviam conseguido se sobressair com patrimônio, títulos e, especialmente, vendas. Ronaldinho e Fábio Júnior, por exemplo.
Some-se a isso a capacidade administrativa dos clubes. Enquanto o monopólio Perrela criou um Cruzeiro com ALex e Vanderlei Luxemburo, o Atlético penou com fantasmas como Geninho, Zetti, Ricardo Guimarães e Ziza Valadares.
O Galo está, em dois anos, correndo atrás de 18. O time caiu pra segunda divisão, voltou com uma série de contratações frágeis, técnicos ruins, e dívidas.
Hoje, o clube está acertado, com patrimônio consideravelmente valorizado, e pouco a pouco voltando a ser o time que fora nos anos 70 e 80. Enquanto que o Cruzeiro está agonizando para se manter entre os 3 maiores clubes do Brasil, junto com São Paulo e Internacional.
Um cai, o outro sobe. Se isto se manter, um dia muda.
Até lá, os apaixonados continuam carentes e cegos. Os glutões, por outro lado, ficam preocupados a cada jogo. O problema de ficar por cima é que não tem mais pra onde ir, a não ser descer. E minha priminha cruzeirense já está na escolinha aprendendo o que significa a palavra título. (Mas eu fico ouvindo chacotas aleatórias, fazer o que…)
Forte e vingador!
Comentaristas, cronistas e repórteres esportivos do Rio e de São Paulo são costumeiros críticos de Vanderelei Luxemburgo. Com razão, boa parte das vezes. Ultimamente, eles têm soltado leves ironias entre umas frases e outras sobre a posição do Atlético Mineiro no Campeonato Brasileiro, com um ar de “eu estou falando que ele vai f*der tudo”.
Até aí tudo tranqüilo. O ponto é que eles claramente se incomodam com a falta de críticas por parte da torcida do Galo, que não vaia, não protesta nem nada; e se incomodam com a obscura condescendência da diretoria alvinegra.
Vou reproduzir um trecho do blog de Christian Munaier:
“Era julho de 2009, éramos líderes, tínhamos o melhor ataque e uma das defesas menos vazadas do campeonato. Batíamos recordes de bilheteria, estávamos eufóricos. O elenco era comandado por Celso Roth e tinha um modesto grupo formado por Aranha, Welton Felipe, Márcio Araújo, Serginho, Renan, Carlos Alberto, Thiago Feltri, Jonílson, Júnior, Evandro, Renan Oliveira, Alessandro, Diego Tardelli e Éder Luiz. A eles ainda se juntariam Correa, Ricardinho, Rentería e Carini para terminar a temporada. Com Kalil na presidência, voltávamos a fazer contratações de peso e tínhamos nosso craque artilheiro sendo convocado pra vestir a Amarelinha. Há um ano, entretanto, depois de liderarmos o campeonato por várias rodadas, vimos faltar gás (audácia?) no final, ficando fora até do grupo dos quatro classificados à Libertadores.
Um ano depois, a situação é bem diferente. No plantel: Fábio Costa, Jairo Campos, Réver, Cáceres, Lima, Júnior, Fernandinho, Júnior, Diego Macedo, Ricardinho, Serginho, Daniel Carvalho, Diego Souza, Méndez, Neto Berola, Tardelli e Obina. Zaga formada por jogadores de Seleção. Meio campo com o craque do Brasileirão de 2009 e de outras seleções, e ataque com o artilheiro e novamente jogador da Seleção. No comando, um dos técnicos mais vencedores do país, Vanderlei Luxemburgo. Na comissão técnica, profissionais de primeira e o melhor Centro de Treinamento do Brasil. Na diretoria, a mola-mestra do rival jogando do nosso lado. Na presidência, Alexandre, o Grande.”
Com este sumário, resta não esquecer que:
“Mas no campo… Defesa das mais vazadas, baixa artilharia, falta de entrosamento, sete derrotas em onze partidas e décima nona colocação na tabela do Campeonato Brasileiro de 2010.”
Só que os atleticanos tem evidências de sobra para confiar na capacidade de planejamento de seu clube do coração. Afinal, a imagem abaixo mostra em que eles estavam acreditando 4 anos antes…

Uma outra forma de perceber a evolução: quantos jogadores do Atlético hoje seriam titulares no Cruzeiro? E vice-versa? Faça estas mesmas perguntas para o dia em que o Galo tomou de 5 do Cruzeiro…
Forte e Vingador!
Ignore por um momento todas as outras variáveis que se pode comprar entre Pro-Evolution Soccer e Fifa Soccer. Pense exclusivamente no acabamento dos jogos.
Fifa claramente tem muito mais times disponíveis, além de um tratamento do espetáculo muito mais completo: bons narradores e o modo de treinador por exemplo. Já o PES tem uma capacidade muito maior de qualificar os jogadores, sendo que existe até forum de discussão para cada habilidade dada a cada jogador. O Messi do PES não tira a bola do pé; o Adriano chutando até assusta de tanta força; e por aí vai.
Agora, já que o PES não consegue ter tantos times quanto o Fifa, eles seguiram uma nova estratégia: primeiro adicionaram a própria Champions League ao jogo (as imagens, o layout, a música clássica, os grupos de 2010, etc). Agora eles conseguiram acrescentar a Copa Santander Libertadores!
A idéia é boa. Afinal, ela não tem todos os times, mas ela permite você pegar os maiores times do mundo e colocá-los para jogar justamente nas maiores ligas do mundo.
Se eles não tem a quantidade, estão pegando pesado na qualidade.
O grande problema é que deram uma bela parada no tempo em [agora pode lembrar que elas existem] relação ao crucial gameplay. O Brasil até onde eu acompanho (pouco, admito) parece ser um país “PESsista”. Mas qualquer um que acabar com o preconceito e comparar Fifa 2010 com PES 2010 não vai resistir continuar jogando Fifa.
E não será a Libertadores que fará isso mudar. Criatividade atrai, mas técnica mantém.
Peace out!




