You are currently browsing the tag archive for the ‘Google’ tag.

Agora você pode finalmente ter desculpas para fuçar a vida de todos os seus amiguinhos do Orkut! Além de poder ouvir discos inteiros pelo Youtube, ler tudo da Wikipédia e Desciclopédia, e etc, etc, etc.

É o Chrome for a cause, uma extensão do Google Chrome que conta quantas abas você abriu durante sua utilização do browser. Cada aba aberta vira uma quantidade em dinheiro doada para uma ONG, de uma pequena lista que você pode escolher para quem doar:

The Nature Conservative

Charity: water

Room to read

Médicos sem fronteiras

Un techo para mi Pais

Vai apenas até o dia 19 de dezembro, então procrastine muito até domingo!

Para quem não entendeu muito bem, mas quer ajudar ficando atoa:

Google Chrome é o navegador na Internet do Google. Serve pra mesma coisa que o Internet Explorer que você tá usando. Pra baixá-lo gratuitamente (já com essa ferramenta de doar recursos), clique aqui: Google Chrome.

“Abrir abas” é quando você abre mais de uma página na Internet ao mesmo tempo. É só clicar no sinal de “+” várias vezes, assim que você baixar o programinha do Google.

Para quem tem o Google Chrome, mas nunca incluiu uma extensão nele, é só clicar neste link: Chrome for a cause, ou então ir na ferramenta desenhada no canto direito > Tools > Extensões, e procurar por esta extensão, ou outras que se interesse.

Eu não vou nem comentar o que a Google ganha com isso, todos sabemos. O que importa é que uma besteirinha como esta pode agregar cooperação das pessoas. Aliás, prefiro maximizadores de lucro elaborando projetos sociais do que o governo… mas esta é outra história.

Fiquei sabendo de tudo graças ao Felipe, um amigo Amado por todos por sua bondade! Ele mandou o link do IDGNOW!

Alguns dias atrás eu falava sobre apostar em celulares Android do que no Iphone. Neste artigo (em inglês) da revista Wired, eles  explicam melhor esta teoria:

“The short history of the computer industry is dominated by two well-known stories: How mainframe makers failed to take the personal computer seriously until it was too late, and how Apple refused to license its innovative new operating system and ended up ceding the market to Microsoft. Unless Apple learns from its mistakes it’s going to end up with a Macintosh-like minority market share again — in mobile.”

Claro que, o próprio texto elucida, uma empresa do porte da Apple, tão decidida a manter certo posicionamento de mercado, pode adquirir atributos consideráveis, conquistados com experiência e estratégia:

As for hardware costs and performance, Apple’s component suppliers are the market leaders. Even its “unique” ARM-based CPU uses the same instruction set as the CPUs in its competitor’s phones. For now, at least, Apple is on the right hardware train. And if the time ever comes to make a change, Apple is uniquely experienced in switching CPU architectures in a way that’s mostly transparent to customers.

As reflexões interessantes se resumem aqui:

“(…)hardware diversity is not driving Android sales. The magic formula is simple: quality + availability. Android is ascending in the market because it’s good, it’s available where people want to buy it, and it runs on the networks people want to use.
(…)
The only way for Apple to eliminate the distribution and marketing advantage currently enjoyed by Android is to make sure that everywhere an Android phone is for sale, there’s an iPhone sitting right next to it that will work on the same network.”

Esta história ainda vai longe e eu vou char muito interessante testemunhá-la. Só espero não preferir o lado perdedor denovo…

De acordo com uma palestra da Google, criticada no blogue Na linha do Google, o argumento de Moutain View sobre softwares é que eles esgotaram sua popularidade em 2004, sendo que a partir daí houve uma migração para utilitários e funções majoritariamente via browsers.

Eu não vi a palestra, apenas a crítica. A crítica, por sua vez, acusa a Google de intencionalmente deixar de lado alguns fatos para reforçar seu ponto de vista:


Curiosamente o Google se esqueceu de citar a adoção em massa dos vários antivírus gratuitos, como o AVG, Avira e Avast, ou navegadores de internet, como o Firefox e o Chrome. Tudo isso ocorreu depois de 2004. Temos outros exemplos do próprio Google. E o Picasa? Na web, é apenas um álbum online, enquanto no desktop oferece uma série de ferramentas de organização e retoque de imagens. E o Google Desktop? Os executivos também se esqueceram de dizer que muitos dos programas populares “instaláveis” da primeira metade da década evoluíram bastante nesse meio tempo.

Quando se quer reforçar um ponto em detrimento dos outros, é muito natural você omitir argumentos contrários ao seu ponto. Não é uma atitude que siga a metodologia de raciocínio científico, mas é uma atitude que nós aprendemos bem a utilizar estudando redação. É um ponto de vista de quem quer vender seus próprios produtos. Cabe aos críticos… criticarem os argumentos, e não o comportamento da empresa, na minha opinião (quase metalinguística, pois falo justamente do comportamento do crítico…).

Contra-argumentando a crítica, “browser” é a própria definição do uso de funcionalidades da Internet. É mais ou menos falar que a Internet não substitui o telefone nas comunicações porque usa as pessoas precisam instalar linhas telefônicas do mesmo jeito. No dia em que pudermos acessar Google, Facebook, Twitter e etc sem browser, eles entrarão nesta linha. Neste ponto, concordo com a visão da Google.

A melhoria dos softwares que já existem também não impede o gráfico de ser muito explanativo: os softwares novos não vão superar os antigos; não necessariamente o gráfico implica em encerrar o uso dos softwares clássicos, mas sim em esgotar a invenção de novos.

Anti-vírus não é um software com uma funcionalidade de interesse. Ele é indesejado. Existe porque existem problemas, e não limitações, como os softwares e portais comuns se propõem resolver. Eles não são uma evolução.

É claro que a visam de alguém que toma um partido em um debate é enviesada. Expor essa visão é a função deles. Rebater é a função dos críticos. Mas rebater os argumentos, não o comportamento.

E quando rebater o argumento, fazer as ponderações necessárias.

Mas o blogue “Na linha do Google” é um blogue muito bom. Ele trata das novidades que surgem da empresa, boas ou ruins, fatos ou teorias. Demonstrou todo o hype em cima do Google Wave quando foi lançado; por outro lado, criticou muito o desenrolar da ferramenta.

O novo Google Wave tem a seguinte proposta: “Como seriam os e-mails se eles fosse inventados hoje?”. Naturalmente que, mesmo na terra dos “ses”, seria difícil imaginar a Internet como ela é hoje SEM e-mails. Mas enfim, a partir do mundo em que todos estamos coenctados (desde sempre?), uma ferramenta “fundamental” de comunicação precisa sempre evoluir para acompanhar nosso ritmo.

Filosofias e referências nerds de lado, eu vi o vídeo de apresentação do Google Wave ontem (o de dez minutos, não o de uma hora), no blogue Na linha do Google. E de fato o Wave é uma invenção muito louca, e com recursos fantásticos. Coisas como alto nível de interação dos comentários do seu blogue com o seu “e-mail”, em tempo real.

Mas o Google Wave me lembrou muito outro software: o OneNote, do pacote do Office. Eu já trabalhei com ele. O OneNote é uma super evolução do notepad (sabe, Jojo? NotePAAAAD): são vários blocos de nota abertos no programa ao mesmo tempo, que você separar por marcadores; escreve o texto onde quiser no bloco (caixasde texto); coloca arquivos, e-mails, planilhas .xls e outros nas notas (em qualquer lugar também); interage com os demais programas (principalmente o Outlook); não precisa se preocupar em salvar seus textos (talvez se preocupar em apagar); ativa o programa a qualquer momento pelo systray e fecha ele rápido também (algo como as notas mentais). Ou seja, ele é muito útil, muito bom, cheio de recursos e fácil de entender como usar.

Mas fácil de entender como usar não significa prático. Para você se tornar um usuário eficiente de OneNote, você tem que adquirir o costume de utilizá-lo. Rola um custo de transação entre anotar bilhetinhos nos rascunhos da mesa e usar o OneNote. Ele é tão “Overusefull” que chega a intimidar seus potenciais usuários. Resultado: quem usa o programa acha ele fantástico; quem não usa, nem lembra que ele existe (aliás, lembra do MSAccess? Aquele progranma que faz o mesmo que o Excel, só que com mais burocracia? Pois é!).

Eu temo que seja o caso do Google Wave. Para usar o Google Wave, vão rolar custos de transação: 1) largar os e-mails, já que ele vai roubar a função dos e-mails; 2) aprender a usá-lo eficiente, para que ele fique efetivamente melhor que um e-mail.

Para os entusiastas, será fantástico, porque eles vão querer aprender e vai se tornar um superemail. Mas e aqueles usuários de computadores mais passivos? Você vai convidá-los patra entrar na Wave, e eles frustramente vão reponder “ahn.. que legal… depois eu uso mais então”, e logo depois entram no Gmail ou no MSN para convidar os amigos para o churrasco.

O risco do Google Wave seguir o caminho do OneNote é alto, mas também vale lembrar duas formas de tudo dar bem certo. Uma é do próprio google: o IGoogle. O IG dá muito certo porque fica gravado como sua página inicial, assim como era o Google convencional antes. E suas superfunções não atrapalham nem um pouco a pessoa digitar na barrinha a palavra “orkut”. Até que ela descobre que o IGoogle mostra seus recados do Orkut e começa a usá-lo. Mudou o tema para alguém bonitinho, virou fã.

Outro caso mostra também como funciona as cabeças das pessoas. ICQ era coisa de nerd, e pouco a pouco as pessoas estavam aderindo a ele. Mas, mesmo caso, para usar o ICQ você tinha que se dedicar a ele pelo menos inicialmente. E é impressionante como que o fato de não precisar de um UIN fez do MSN muito mais chamativo para usuários novatos que o ICQ (que já estava repleto de usuários, o que custuima ser crucial para programas sociais darem certo). O MSN não usava UIN, usava o próprio e-mail da pessoa. E não precisava apertar Ctrl+Enter ou Alt+S para mandar a mensagem: era só Enter. Daí para emoticons foi um pulo. Boom de MSN (pelo menos no Brasil). E isso também contando que o MSN não tinha muitas funções do ICQ.

Aliás, meu UIN é 100772359!

Até!

As duas maiores fontes de informação do mundo vão ser concorrentes mesmo?

Isso só pode dar coisa boa! A primeira delas: Wikia Search – o site de buscas da Wikipédia. Com o detalhe:

“Diferente dos mecanismos mais populares, como Google e Yahoo!, a Wikia Search promete se destacar pela transparência de seus algoritmos e deixar claro para os usuários porque determinado site aparece no topo das buscas.”

Onde eu procurei saber sobre o Wikia Search? Dica: não foi na Wikipédia.

(: Eu me divirto tanto com bobagens!

Até!

Olha só! Como toda pessoa no ócio entre trabalhos já fez uma vez na vida, fui procurar sobre meu nome na Internet. Dessa vez eu fiz diferente: digitei só “Igor” mesmo (até então eu tinha digitado meu nome completo). E acabei de descobrir no IMDB (Internet Movie Data Base) vai sair agora dia 19 de setembro uma animação com meu nome! E tem dentre o seu elenco de dubladores John Cleese, ator que por sinal eu sou fã!

Faça esse exercício, e faça outro: digite www.seunome.com e veja o que acontece. Eu digitei e me proibiram o acesso… de preferência, faça isso em computadores públicos.

Intéki!

Challengers

  • 66,170 hit combos

Ao quatro tempos

Maio 2012
D S T Q Q S S
« Abr    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  

Arquivo

@4ventos

Categorias

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.