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Eu comprei para minha querida namorada, uma quase-cinéfila, a revista Especial Bravo! 100 Filmes Essenciais.

O pessoal da Bravo! em si não influenciou muito na escolha dos filmes – eles pegaram catálogos internacioanis para listar os filmes, e complementaram com seus próprios comentários. Iteressantíssima a revista, tanto que já estou procurando a Especial Bravo! 100 Livros Essenciais da Literatura Mundial.

Eu sempre fui péssimo com cinema. Nada cinéfilo. Aliás, male male assisti aos famosos filmes da Sessão da Tarde. Mas, no intuito de mudar esta minha realidade, resolvi encarar o desafio de assistir os filmes listados na Bravo!

Comecei ontem com Amor a flor da pele, de Won Kar Wai. Hoje eu aluguei o Cidadão Kane, de Orson Welles (ainda não assisti).

Não vou seguir a ordem da revista, pelo menos não esta semana. Ainda tenho que, inclusive, marcar os filmes que eu já tinha visto (O poderoso chefão por exemplo, é um dos filmes que eu não vi).

E claro que os leitores assíduos do meu blogue vão acompanhar toda a trajetória cinematográfica deste que vos escreve!

Ah! E esta semana continua o Indie 2009, Tecer e Mostravídeo Itaú Cultural Machinimas

Até!

(Desculpem o título horrendo deste post). A idéia é espalhar as sugestões musicais apresentadas do Music Alliance Pact, apud Meio Desligado: Novidades da música independente mundial: Music Alliance Pact de março.

É para quem não costuma só ficar com a boca aberta esperando vermes…

Quer agradar gregos e troianos? Ou melhor, quer fazer dinheiro com todo mundo? Ou melhor ainda, quer pegar todas as calouras da FUMEC & da UFMG?

Primeiro… aprenda a fazer um filme curta experimental, cult e pseudo-intelectual:

Isto deve atrair as faficheiras, estudantes da belas Artes, alunas de moda e de cinema para sua cama depois da calourada em que seu vídeo foi ao ar (no youtube). Você ainda conseguirá pegar umas savasseiras assim, se precisar.

Depois, um mês antes do Axé Brasil, você lança um hit instantâneo de axé:

Você deverá conseguir pegar qualquer menina maior de 16 anos assim, mais umas calouras de Direito, Medicina e Ciências Biológicas…

Faltou alguma mulher? Sua paixão ainda não caiu na sua? Apele, e entre para uma banda independente que misture ritmos de uma maneira poser:

NÃO conseguiu pegar a sua caloura favorita ainda? Tem certeza de que ela conseguiu passar no vestibular? Faz um funk e bota pra rodr no trote que tá de boa:

Levou um fora mesmo assim? Você já pegou a Belo Horizonte de 3º graus incompleto inteira e só essa mulher não te quer?

E não demore muito, porque em BH, a caloura quando vira universitária amadurecida vai querer outro nível musical:

E você só vai poder pegar se souber sambar… ou refinar bastante a sua crítica a instituição do samba como forma de nacionalizar as massas… mas o papo-furado deve ser de altíssimo nível.

E sempre que se sentir carente, vá assistir a um filme búlgaro no Palácio das Artes, e, no meio do filme, saia da sala indignado, enbravejando que a legenda (em francês) está errada. Compre uma pipoquinha e espere…

:)

À moda antiga porque é um daqueles posts em que a pessoa descreve seu cotidiano e tal… isto porque venho através deste comentar que passarei meu carnaval em CB City – bem longe das agitações urbanas de Rio, Salvador ou Ouro Preto. A bem da verdade, assim é que eu gosto!

Na verdade, preferiria inclusive ter ficado em Belo Horizonte. eu me snto realizado morndo numa cidade que comporta 2 milhões de habitantes mas que circule só 500 mil pelas ruas. Adoro cidade grande vazia. Principalmente porque ela não estará realmente vazia. As pessoas estão por aí sim, BH. Só que estão mais calmas, menos ignorantes e com melhor convivênvia. Um interiorzão.

Tivesse eu ficado em BH eu iria procurar os carnavais alternativos a noite. Boites e pubs com música boa e gente que goste tanto quanto eu de folia. Encheria só um pouquinho a cara; ficaria uns quinze minutos num canto sentido falta da minha gata (que passa um ótimo carnaval-família em Porto de Galinhas); pegaria o busão; dormia um pouco; estudaria para concurso; encontrava om amigos nerds (que também são pouco adeptos à folia); e voltava para os estudos. Nada melhor para descansar do que uma vida dessas.

Quando eu era mais novo, eu odiava o carnaval. Depois que eu li uma matéria num jornal de grande circulação comentando que existia todo um carnaval paralelo de brasileiros que não gostavam de folia, descobri que eu não estava só e me senti melhor. Hoje eu adoro carnaval. É um feriado que eu uso para fazer n coisas diferentes: Descanso, divirto, organizo minhas coisas, viajo e (por que não?) vez ou outra caio na folia também? Hoje em dia, enquanto não toca o funkão infernal eu me divirto a beça mesmo em festinhas barangas de carnaval tradicional.

A melhor coisa de ser uma pessoa “alternativa”, como alguns me chamam*, não é você ser diferente, é você ter o poder de esolher agir como “mainstream”, como “indie” ou como você quiser.

Bom carnaval! :)

* tirando os que me chamam simplesmente de estranho

Vá para o festival e me mate de inveja! Offspring, Kaiser Cheifs e Jesus and Mary Chain no mesmo dia…

Legal mesmo foi o autor do blog Meio Desligado, sobre cenário musical independente, expressando suas razões para fazer um post sobtre o festival:

“4° motivo: O blog é meu e faço o que quiser com ele.”

Também acho!
(:

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