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Pelo menos de acordo com a candidata Dilma Roussef; no trecho no texto de Rolf Kuntz:
Lucia de novo:
“A idéia das prévias no PSDB é excelente. Se ele vencer – não se esqueçam do exemplo Barack Obama – ótimo, sai candidato. Se não vencer, bom também. O partido terá passado por uma prova de democracia interna, e Aécio terá uma saída honrosa. Uma satisfação a dar ao povo de Minas.”
Foi a primeira coisa que eu pensei quando eu fiquei sabendo da proposta das prévias. O PSDB tem de amadurecer, pois na minha opinião o nosso Estado Democrático de Direito legítimo vai surgir a partir deste partido. E com um antagonismo do DEM, não do PT, devo dizer.
A Política no Brasil tem muito o que desenvolver ainda. e isto vai dar muito pano pra manga da História.
Este post poderia ser bem maior se eu tivesse mais tempo… :/
No Blog do Josias de Souza, para a Folha Online:
A coisa começa a esquentar enquanto o PSDB vai se institucionalizando. Na minha opinião, um elemento marcante das eleições amercianas são as disputas preliminares entre os presidenciáveis do Partido Democrata. Quem sabe os tucanos não aprendem a fazê-lo por aqui também?
Até!
Aécio Neves, falando ao Estadão:
Humberto Dantas, falando ao mesmo jornal:
Será que esta aliança, que começou costurada e informal em Belo Horizonte, cheia de polêmicas, pode vir a se mostrar uma boa opção para os partidos de maior identidade no país?
Um futuro para a Copa do Mundo no Brasil:
uma coalizão PT-PSDB, que unifica a maior força política atual do Brasil, a centro-esquerda;
os extremos lutando pelo espaço cada vez mais minguante: DEM de um lado e PC do B de outro;
e o surgimento de uma centro-direita, que virá para se opor a Aliança;
e o PMDB.
Palavra da salvação. Amém.
Encontrei este post, do Pedro Doria via Google Reader (ferramenta que eu acabei de descobrir e ainda não sei bem como usar), mas o que importa é que eu concordo plenamente. Então aí vai a conclusão, que ficou muito boa:
“Enquanto aqueles partidos são mantidos artificialmente vivos por uma aliança evidente que nunca se concretiza, reais partidos de direita não nascem no Brasil para uma oposição decente. Uma oposição com programas, com propostas alternativas à direita e uma idéia distinta de Brasil. Tal oposição melhoraria a coligação de centro-esquerda PT-PSDB, que seria obrigada a um debate sério a respeito de suas propostas e o constante refinamento. E o Brasil teria dois grupos fortes se enfrentando, os eleitores teriam duas propostas realmente distintas e o fisiologismo teria menos espaço.”
O que ele ainda não desenvolveu neste texto é justamente o lado mais pragmático: como unificar este dois partidos? O primeiro laboratório ocorre aqui em Belo Horizonte, aos trancos e barrancos, mas que com certeza dará uma ótima fonte de estudos.
