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Enquanto isso, na Líbia… Leia o resto deste artigo »

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O J-PAL (Abdul Latif Jameel Poverty Action Lab) é um centro de pesquisas que busca contribuir para a redução da pobreza através do estudo e da aplicação de políticas públicas que possuam forte evidência científica de sua efetividade, ou seja, ações que foram submetidas a avaliação de impacto.

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RESENHA: WISE, David A. Social Security Provisions and the Labor Force Participation of Older Workers. Population And Development Review. Supplement: Aging, Health, and Public Policy., 2004. p. 176-205. Disponível em: <http://www.jstor.org/stable/3401468>. Acesso em: 20 out. 2018.

Lewis Hine [Public domain], via Wikimedia Commons

O artigo apresenta uma resenha de resultados do projeto coordenado pelos professores David Wise e Laurence Kotlikoff, mas que envolve a produção de conteúdo acadêmico de outros onze países. Seu objetivo é ser capaz de comparar o comportamento das pessoas diante das regras de previdência aplicáveis em cada país analisado, principalmente no que tange a sua decisão de quando sair da força de trabalho, ou seja, aposentar-se. Leia o resto deste artigo »

O mercado de trabalho brasileiro tem dois setores: formal e informal. E estamos não só prestes a mudar de governo, mas provavelmente também prestes a mudar a política anual de aumento do salário mínimo no país. Acompanha-se a isso as recentes tendências de queda e depois de aumento nos índices de formalidade do emprego no país. Leia o resto deste artigo »

Uma dúvida comum que muitos brasileiros possuem sobre o Programa Bolsa Família é se ele afeta a disposição do seu beneficiário para trabalhar, afetando assim a força de trabalho de determinadas regiões, principalmente municípios pequenos.

Um rápido ensaio teórico sobre essa questão. Ronald G. Ehrenberg e Robert S. Smith, em seu manual A moderna economia do trabalho (a edição que consultei foi a 5ª, publicada em 1994 no original e em 2000 no Brasil) possui um capítulo dedicado à decisão da pessoa por trabalhar. Como de costume no livro, os autores discutem aplicações políticas de sua teoria. Imagino a resposta abaixo como uma dessas possibilidades. Leia o resto deste artigo »

Eu iria postar um link direto para o Diplomatizzando, mas essa do De Gustibus non Est Disputandum foi muito boa:

"Adeus, Francenildo. Os historiadores marxistas – e os filósofos oficiais – não falarão de ti. Tu, maldito, não és uma ‘classe social’, és um alienado, um indivíduo e, ensina-nos a dialética marxista-gramsciana-leninista-e-aliados, um indivíduo não é nada. O que vale é a necessidade da maioria."

Ele devia ter feito um haicai.

Lucia Hippolito:

“Estamos assistindo a um duelo de morte. Entre o velho coronelismo e os novos tempos de internets, blogs, twitters e julgamentos em tempo real.”

Eu gosto muito da reverência com que ela fala dos coronéis. Eles merecem o respeito dela. Mas vale lembrar que não se respeita apenas aqueles que se preza. Você respeita quem merece. Por mais que Sarney seja um monstro que corrói a democracia brasileira (nem tanto hoje quanto ontem), ele o faz com impacto e influência. E tem muita história. Ela o trata com um respeito que exala também repúdio.

Quem é capaz de tratar os seus e também os seus contrários com este nível de compostura, merece a minha admiração.

Até porque eu não sou capaz. Se aparece perto de mim Sarney me causaria náuseas. Porco nojento, imundo e
desgraçado.

Do Estadão:

Hillary disse à imprensa que polêmicas em torno da questão dos direitos humanos “não podem interferir na crise econômica global, na mudança climática e na crise de segurança”.

Logo, não queimem chineses como combustível nas fábricas porque polui o ambiente. Mas usem chineses reciclados que tá de boa…

Nestas horas é que me sinto nem abanonando sonho de ser um diplomata…

Como música realmente popular, o samba está morto. Restam os sinceramente nostálgicos, os derivativos românticos gordurosos, as manifestações de folclore para a classe média – “rarara, Zeca Pagodinho, você é tão bêbado!” – e certos rituais criados no dever cívico de tentar ser carioca ou brasileiro.

Mas em BH o samba é moda. E tem uma curiosidade: os sambas-enredo das escolas hoje são bons exemplos de um português culto e polido. Por que será? Dizem meus professores de português e de interpretação de textos que isto ocorreu para mostrar ao mundo que o samba é cultura artística evoluída e inteligente. Algo parecido hoje seria transformar letras de funk carioca em uma linguagem culta e cheia de conteúdo (histórico, cultural, refrencial, moral, nacionalista).

Muito curioso. Mas o mais curioso paramim é: já viram o tanto que sambas falam de samba?

Boa frase:

“Você se pergunta por que o governo totalitário e simplesmente não proibia o álcool de uma vez? Tire-se a liberdade, a propriedade, e até o irmão de um homem, você terá um homem amedrontado. Tire-se a cerveja e você terá uma revolução.”

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