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Aprenda a ser legal com eles!

Andy Samberg – Cool guys don`t look at explosions

Seems like these days the whole worlds on fire
Things keep blowin the hell up
And all these rubberneckers and lookie loo's stand slackjawed starin'
The real men have the nuts to walk away
Girl, cool guys don't look at explosions
They blow things up and then walk away
Who's got time to watch and explosion?
Because cool guys have errands they have to walk too
Keep walkin', Keep shinin'
Don't look back, keep on walkin'
Keep Struttin', Slow motion
The more you ignore it, the cooler you look
(introduces Neil Diamond aka Will Ferril)
HAHAHA Where are we?
Cool guys don't look at explosions
They stride for it in thier diamond covered boots
They wear jumpsuits with glitter and rhinestones
And walk away in slow motion
Keep walkin; You're cruisin'
Cherry Cherry.. Sweet Caroline
Denzel walks, Will Smith walks
Mark Wahlburg is wearin' a hat!
KEYBOARD SOLO JJ ABRAMS!!
(solo...'Now you're talkin'!)
BECAUSE...
Cool guys don't look at explosions,
The flames are hot, but thier heart is chill
Walk fast from the roarin' explosion,
And don't think about the people you killed
2 3 4!
(outro keyboard solo)
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Pelo menos não se disfarçou de mocinha para não pagar menos!!

Mary in Hell

Até!

Veio até mim graças ao FAIL! Blog.

I’ll leave Street Fighter IV for the new generations… here is what I will need!

Play the Watchmen here. Old school style videgame, of course! (:

Came to me thanks to Hero Complex.

Specially when Paradox entities intend to punish Entropy magick…
FAIL!

From FAIL Blog.

Meu valioso amigo Pilipe é um desses caras que é sempre bom ter por perto, pois ele sempre pode lhe passar dicas interessantes e informações (in)úteis.

Este cara teve pelo menos três oportunidades de mudar a minha vida com essas dicas dele.

Uma dica foi me apesentar Regina Spektor, cantora que só agora chega ao mercado brasileiro (uma bendita vizinha minha escuta Fidelity pelo menos 15 vezes – literalmente 15 vezes – seguidas por fim-de-semana garças a novela da Globo. Podia ser pior, podia ser Katinguelê ou sei lá o quê… Só sei que Regina Spektor rapidamente se tornou uma das minhas cantoras favoritas, e no meu Last FM acusa ela como um dos três intérpretes que eu mais ouço. Mais pura verdade. Adoro a voz dela, a sonoridade das músicas e suas letras fantásticas (Especialmente Pavlov’s Daughter, On the Radio, Your Honor e That Time – estão aí recomendadas!!).

Outra foi acadêmica. Ele insistiu tanto para que eu lesse Tábula Rasa, que até “comprou o livro para mim, sendo que eu podia pagá-lo bem depois”. Sorte minha que eu fui preguiçoso (500+ páginas de texto não-ficção…) e só li depois de terminar a faculdade. Assim, pude lê-lo com um senso mais apurado, e de fato, foi uma epifania. O livro é, do começo ao fim, uma confirmação das minhas idéias aliadas a conhecimento acadêmico e centífico. Ler Steven Pinker foi revelador e mudou minha visão de mundo – não mudou meu ponto de vista, só a forma como eu enxergo minhas próprias idéias, o que é ainda mais incrível.

A última dica dele a ser listada aqui (apesa de haver mais), foi o XKCD. O Genial Randall Munroe me foi apresentadoelo Pilipe e até hoje trata-se das tirinhas mais incríveis que eu leio. Diversão nerd-acadêmica-româtica-matemática garantida duas vezes por semana.

Entres outras mil dicas. Por isso o blog dele deve sempre ser lido! Este post todo virou uma espécie de homenagem, mas o sentido original era falar de Graveola e o Lixo Polifônico, banda regional que ele gostou muito e insistiu para que eu conhecesse. Conheci e gostei muito! Eu sou fascinado com bandas que misturam gêneros musicais sem nenhum compromisso além de trazer um som agradável para seus ouvintes.

Eu baiei as músicas e estou escutando direto. Recomendado. Muito bom. E, se o Pilipe deu a dica, sugiro que experimentem…

Inteki!

I have not finished reading it. It’s great, but it’s a long three part conversation, and I’m reading it at work. So it’s kinda of hard to read it all and… do my job! I’m finishing the part two, and on this part Neil Gaiman and Geoff Boucher talks about the British Invasion – both the original musical invasion and the comics one. Have at you:

GB: One of the great things about “The Sandman” and, before that, your work on “Black Orchid” was the approach of taking existing and familiar characters from the comics and adding new layers of complexity to their stories as well as more nuanced explanations of their motivations and origins. Along with Alan Moore‘s work on “Swamp Thing,” it seems to me that your character revival approach on “The Sandman” really created a template for a whole generation of comics writers.

NG: One of the things I had in common with Alan Moore and a whole generation of comics writers around us — certainly Grant Morrison — was a love and respect for what had gone before but also a healthy interest in seeing where we could go with it. It was a combination of those the two impulses. We were in a period then in mainstream American comics that things had gotten a bit hidebound. Comics read very much like a mixture of what had come before. And I think at the time you had this wonderful little transatlantic thing that happened, this mini-British Invasion. Looking back on it, the analogy of what happened to pop music in the 1960s was probably pretty accurate. Alan Moore got to be the Beatles and, along with Grant Morrison, I was Gerry and the Pacemakers.

GB: Well, don’t sell yourself short. What about the Kinks or the Stones?

NG: Right, maybe the Kinks or the Stones. But maybe I was Herman’s Hermits

GB: I’ve got it: the Animals. Then you can have a spooky Eric Burdon, “House of the Rising Sun” kind of thing going on.

NG: The Animals, yes. That would be cool. But yeah, the idea that you had Brits listening to this [American] stuff and fell in love with it and for all the right reasons, and then realized they could do something new with it, something with different cultural impulses. The British Invasion did that in music, and in a way, we did it in comics.

I’ve omitted some references… I just got tired, and I gotta work!!

Márcio Lacerda

As torturas dos milicos não foram nada em comparação com enfrentar as tropas de Mordor!

Não. Eu também não conheço o cara. Devo ser menos nerd que você leitor. Mas como eu gostei muito da imagem abaixo, eu resolvi recomendar. pelo menos leia o pequeno post sobre ele no blog dos Quadrinhos:

José Aguiar

Até!

Dessa vez, veio até mim graças ao Blog dos Quadrinhos:

“A entrevista com o desenhista e empresário traz também pelo menos duas novidades. A nova cara dos personagens deve virar desenho no Cartoon Network. O canal a cabo, especializado em animações, deve distribuir o produto ao mundo todo. E Mauricio de Sousa faz planos de criar um museu com suas criações.”

Lembrando que estamos nas três primeiras edições! Se eu fosse Maurício de Sousa, preocupava-me mais em conter as rejeições com uma melhor publicidade, e não dizer que pouco lhe importa.

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