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Enquanto isso, na Líbia… Leia o resto deste artigo »

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Antônio Athayde, falando para a Folha, em texto que eu li no Blog do Juca:

"Trabalhei na Globo por 20 anos (também trabalhei na Band e no SBT, quero uma concorrência mais ativa e lutei por isso) e conheço seus profissionais. Eles não têm medo da concorrência. Os números da Globo são públicos e são mais do que suficientes para enfrentar a guerra pela audiência."

Eu iria postar um link direto para o Diplomatizzando, mas essa do De Gustibus non Est Disputandum foi muito boa:

"Adeus, Francenildo. Os historiadores marxistas – e os filósofos oficiais – não falarão de ti. Tu, maldito, não és uma ‘classe social’, és um alienado, um indivíduo e, ensina-nos a dialética marxista-gramsciana-leninista-e-aliados, um indivíduo não é nada. O que vale é a necessidade da maioria."

Ele devia ter feito um haicai.

Pelo menos não se disfarçou de mocinha para não pagar menos!!

Mary in Hell

Até!

Veio até mim graças ao FAIL! Blog.

A melhor parte de blogues cujos autores são despojados são as analogias:

“Ser anti-clerical em 1700 ou até 1900 e algo era uma atitude, hoje é o mesmo que usar piercing, tatuagens ou ser de esquerda, uma revolta de butique, algo que sua sogra não teria dificulade em entender. Atualmente, ser deslavadamente pró-revolução-burguesa, pró-tudo-o-que-veio-depois-do-século-18 é que é ser contra a “Igreja”, seja a igreja keynesiana, anti-globalista, do eco-primitivismo, do pós-modernismo, e até também a Católica Apostólica Romana, a menos influente de todas.” 

 

Esta é do Not tupy. O assunto é o enfadonho caso da Igreja excomungar médicos e garotinhas inocentes.

Só para não deixar passar batido, como católico eu devo comentar alguma coisa. A filosofia por trás da Igreja prega o repúdio ao assassinato (ao estupro também), mas também prega uma doutrina que busca aperfeiçoar cada vez mais a capacidade de perdoar.

Existem então aí duas coisas diferentes: uma é o fato de que as pessoas podem ou não ter sido excomungadas; outra é a atitude dos católicos (especialmente os padres) quanto a isto. Mesmo que um clérigo católico creia que a garota e os médicos tenham sido excomungados pela Divina Providência, ele deve ter com estas pessoas uma forte compaixão, um forte sentimento de alento e vontade de protegê-las. Ele deve também se esforçar para amá-los, e ele deve ser o mais solícito, piedoso, caridoso e justo com elas.

Esta sim seria uma prática catolicista completa e… louvável!

Esta deveria ser a filosofia de vida para aqueles que acreditam no milagre da bolachinha sem sal.

(:

De uma comunidade do Orkut:

Robson
A soma da exploração com a opressão
Este caso da agressão já está sendo uma boa demonstração de como o capitalismo funciona na prática.

Agora querem desqualificar a denuncia da vítima. Só por que é mulher, estrangeira e por que o bárbaro crime mostra que o povo suíço, do alto de sua histórica neutralidade, não é imune à crise global do capitalismo e tb gera monstros fascistas.

Isso aí! Obviamente que este acontecimento demonstra a fraqueza do capitalismo. Principalmente porque qualquer demonstração de governos enconbrindo a verdade são tipicamente capitalistas, como por exemplo China, Cuba e Coréia do Norte…

veio até mim graças ao Not Tupy

Do Estadão:

Hillary disse à imprensa que polêmicas em torno da questão dos direitos humanos “não podem interferir na crise econômica global, na mudança climática e na crise de segurança”.

Logo, não queimem chineses como combustível nas fábricas porque polui o ambiente. Mas usem chineses reciclados que tá de boa…

Nestas horas é que me sinto nem abanonando sonho de ser um diplomata…

Specially when Paradox entities intend to punish Entropy magick…
FAIL!

From FAIL Blog.

À moda antiga porque é um daqueles posts em que a pessoa descreve seu cotidiano e tal… isto porque venho através deste comentar que passarei meu carnaval em CB City – bem longe das agitações urbanas de Rio, Salvador ou Ouro Preto. A bem da verdade, assim é que eu gosto!

Na verdade, preferiria inclusive ter ficado em Belo Horizonte. eu me snto realizado morndo numa cidade que comporta 2 milhões de habitantes mas que circule só 500 mil pelas ruas. Adoro cidade grande vazia. Principalmente porque ela não estará realmente vazia. As pessoas estão por aí sim, BH. Só que estão mais calmas, menos ignorantes e com melhor convivênvia. Um interiorzão.

Tivesse eu ficado em BH eu iria procurar os carnavais alternativos a noite. Boites e pubs com música boa e gente que goste tanto quanto eu de folia. Encheria só um pouquinho a cara; ficaria uns quinze minutos num canto sentido falta da minha gata (que passa um ótimo carnaval-família em Porto de Galinhas); pegaria o busão; dormia um pouco; estudaria para concurso; encontrava om amigos nerds (que também são pouco adeptos à folia); e voltava para os estudos. Nada melhor para descansar do que uma vida dessas.

Quando eu era mais novo, eu odiava o carnaval. Depois que eu li uma matéria num jornal de grande circulação comentando que existia todo um carnaval paralelo de brasileiros que não gostavam de folia, descobri que eu não estava só e me senti melhor. Hoje eu adoro carnaval. É um feriado que eu uso para fazer n coisas diferentes: Descanso, divirto, organizo minhas coisas, viajo e (por que não?) vez ou outra caio na folia também? Hoje em dia, enquanto não toca o funkão infernal eu me divirto a beça mesmo em festinhas barangas de carnaval tradicional.

A melhor coisa de ser uma pessoa “alternativa”, como alguns me chamam*, não é você ser diferente, é você ter o poder de esolher agir como “mainstream”, como “indie” ou como você quiser.

Bom carnaval! :)

* tirando os que me chamam simplesmente de estranho

Como música realmente popular, o samba está morto. Restam os sinceramente nostálgicos, os derivativos românticos gordurosos, as manifestações de folclore para a classe média – “rarara, Zeca Pagodinho, você é tão bêbado!” – e certos rituais criados no dever cívico de tentar ser carioca ou brasileiro.

Mas em BH o samba é moda. E tem uma curiosidade: os sambas-enredo das escolas hoje são bons exemplos de um português culto e polido. Por que será? Dizem meus professores de português e de interpretação de textos que isto ocorreu para mostrar ao mundo que o samba é cultura artística evoluída e inteligente. Algo parecido hoje seria transformar letras de funk carioca em uma linguagem culta e cheia de conteúdo (histórico, cultural, refrencial, moral, nacionalista).

Muito curioso. Mas o mais curioso paramim é: já viram o tanto que sambas falam de samba?

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