Do site 11 points Vale até para relembrar o quanto o cenário do filme era interessante! Dica de Deus.

Ah! E tem também 11 equívocos do filme. Ou não, porque ainda faltam 6 anos para chegarmos em 2015…

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Ta aí mais uma dica musical do Meio Desligado: Festival Garimpo 2009. Conta com dois pontops positivos que para mim valem a pena ir pelo mneos um dia neste festival: a banda Graveola e o Lixo Polifônico, que tem um dos sons mais legais que eu ouvi ano passado; e o local Studio Bar, que é um ambiente dos melhores em BH. Fui lá uns dois anos atrás, e só não voltei aindaq por falta de caráter.

Confira no Meio Desligado mais detalhes, já que o cara lá conhece inclusive as bandas que vêm nos visitar neste festival.

Se eu retomar meu caráter logo, eu quero muito ir nessa bodega (apesar do preço salgado de R$ 20,00).

Até!

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Ta aí mais uma dica musical do Meio Desligado: Festival Garimpo 2009. Conta com dois pontops positivos que para mim valem a pena ir pelo mneos um dia neste festival: a banda Graveola e o Lixo Polifônico, que tem um dos sons mais legais que eu ouvi ano passado; e o local Studio Bar, que é um ambiente dos melhores em BH. Fui lá uns dois anos atrás, e só não voltei aindaq por falta de caráter.

Confira no Meio Desligado mais detalhes, já que o cara lá conhece inclusive as bandas que vêm nos visitar neste festival.

Se eu retomar meu caráter logo, eu quero muito ir nessa bodega (apesar do preço salgado de R$ 20,00).

Até!

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Acabei de entrar em contato com uma tal de revista eletrônica Continuum, no portal do Itaú Cultural. Parece uma proposta bem legal, principamente em sua abertura de textos para o público.

Depois eu leio com mais calma e comento mais aqui!

Até!

Imagina se isto tivesse ocorrido antes de Kingdom Hearts?

(eu tinha errado o nome da Disney…)

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Do blogue Camisa Doze:

"No ano de 2009, o "SE" vem com uma nova roupagem, deixando de lado os homens do apito, ou o azar de anos anteriores, passando a ser um "SE" made in Galo. Dessa vez os "SE" que ficam é da nossa própria inexperiência e malícia, por ter um time jovem, deixando um "SE" Renan Oliveira acertasse o pênalti contra o Palmeiras, "SE" tivessémos ganhado os jogos fáceis dentro de casa, "SE" o Avaí não empatasse, "SE" tívessemos menos lesões e até mesmo "SE" tivéssemos confiado um pouco mais e trazido um grande camisa 10."

Interessante para os Atleticanos e para os fãs do Clube Atlético Mineiro (que não são necessariamente da massa).

Desculpem o leve erro de digitação: 6º Seminário de Economia de Belo Horizonte.

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Do blogue Notícias das Américas:

"Juntando com a decisão mexicana, as duas
[decisões mexicana e argentina] indicam que já começam a fazer algum eco as novas políticas de combate às drogas que têm sido propostas, as quais visam a concentrar os esforços na ponta do produtor, tratando a questão do consumidor mais aliado a um ponto de vista de saúde pública."


Mas isto já não estava acontecendo? Descriminalizar o usuário de drogas tem seu mérito, na minha opinião, justamente em situações em que ele represente um perigo para si mesmo e outrem. Maconhazinha no bolso, se não é considerado perigoso, deveria ser considerado um ato voluntário de quebra de uma regra. Se o maconheiro escolheu ir contra lei, nada mais respeitoso para a decisão dele e para a lei instituída que ele seja punido pela conduta. O caso na muda se a pessoa tem uma overdose de cocaína, por exemplo. Isto sim é um caso de saúde pública sério.

Prevenir, conscientizar, trabalhar a recuperação dos dependentes… isto é ação de saúde pública. Liberar o boyzinho ou o faficheiro (ou o juiz mesmo, porque hoje todo mundo acha se drogar uma coisa normal) é o reconhecimento de que maconha nem faz tão mal assim.

Se por um lado acontece a rechação social ao fumante, por este vamos assitir pouco a pouco a ascensão e glória da gloriosa cannabis.

6 por meia dúzia?

O problema agora é superar os nomes criados por nerds. Nem só de "spam" vive a nomenclatura estranha na Internet.

Recomendado pelo Nosso Senhor.

cartoon76

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Do blogue Camisa 12:

"Por tantos anos eu acompanho futebol, e tão poucas vezes vi dirigentes honestos no mundo da bola. Li muitas histórias folclóricas de um Vicente Matheus, presidente do Corinthians em 8 mandatos. Um presidente de um clube popular, que até suas gafes eram tomadas como sábias palavras por sua torcida fiel.

(…)

Kalil talvez tenha se tornado ídolo pela ausência do surgimento dos mesmos dentro de campo, mas fato é que, foi ele quem fez a torcida lembrar quão grande é o Galo."

Futebol é um terreno fértil para estudos de administração, e porque não, administração pública (e do terceiro setor). A relação do Clube (entidade privada sem fins lucrativos) com o mercado da bola e, principalmente, com sua torcida, é um tema que me deixa intrigado. Na Inglaterra a coisa é um pouco mais simples: o Manchester United, por exemplo, já foi vendido para um único dono, tem até ações na bolsa, e quando parte dos torcedores discordaram dos rumos do time resolveram fundar seu próprio Manchester!!

Isto me leva a pensar, inclusive: o que é tradição (de uma instituição)? Quando mudam os dirigentes, quando há diserção ou desvirtuamento de valores: o que acontece? A tradição se esgota? Acaba? Migra junto com os ex-donos?

Futebol é arte!

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