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Ricadro Calil (com “c” mesmo) disse:

“Quem deveria ganhar entre as indicadas: Angelina Jolie. Sem cair no overacting, ela está superba em “A Troca”. Mas o fato de ser uma sex symbol e uma marqueteira social por vezes obscurece o fato de que ela é não só uma estrela, como uma grande atriz.”

Sabe que eu sempre achei isso também? E olha que eu costumo torcer o nariz* para atrizes gostosonas.

A Jolie é foda. Simples assim. Tipo uma Madonna do cinema.

*torcer o nariz não implica deixar de olhar, certo? (:

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Do Omelete:

“Por fim, em um painel com Sergio Aragonés Mark Evanier, criadores de Groo, os dois comentaram que um filme do bárbaro errante está em desenvolvimento. Mas a notícia mais legal foi a confirmação do crossover entre Groo e Conan, o Bárbaro, que deve sair ainda este ano.”

Doido! (:

E só para você ficar mais satisfeito, do Hero Complex: 12 upcoming remakes of Hollywood sci-fi classics (em inglês)
Eu falo que esta década vai ser a melhor década para se assistir filmes legais…

(:

Piratas do Caribe 4, Pince of Persia: Sands of Time e The Man Who Killed Don Quixote (este dirigido por Terry Gilliam!).

Yo-ho!

(:

(:

Do Omelete:

“No fim das contas, a reunião de astros de filmes de ação que Quentin Tarantino prometia para Inglourious Basterds vai acabar se consumando em The Expendables. Pra ficar perfeito só falta convencer o Chuck Norris.” 

 

Os próximos anos do cinema vão ser muuuuito legais!

(:

Digista não é necessariamente um filme. é na verdade um programa na televisão japonesa NHK. Mas como eu o assisti em um tellão de cinema aqui no Festival Indie de Cinema 2008, eu o coloquei na página In popular culture como um filme no meu acervo.

Ele foi composto por várias animações de cerca de três minutos cada. Algumas muito boas, outras acabam caindo vítimas da falta de senso dos japoneses, e perde muito o sentido. Eu também não sou um fã de animações cujo o único objetivo é mostrar a técnica dos autores, sem algum enredo ou personagem, ou moral ou qualquer outra coisa que dê sentido para a sequência de imagens e sons exibidos.

No geral, foram animações fantásticas, que eu creio valer a pena correr atrás delas, e de mais outras que o programa mostre. Serve para mostrar o quanto as pessoas conseguem ser criativas, e em inúmeras dimensões diferentes (áudio, vídeo, montagem, enredo, personagem, técnica, referências). Se você se considera uma pessoa criativa, conheça o Digista. Se sair de uma sequência de animações destas e continuar achando que falta alguma coisa para mostrar, você tem uma veia artística a ser expressa. Algumas sugestões:

PEDAÇO (Piece), de Yusuke Koyanagi, 2007, 2’27 min. Sem diálogos.
GELADEIRAS (Fridges), de Fujio Tanabe, 2007, 6’53 Min. Sem diálogos.
O CORREDOR (Runningman), de Tetsuro Kodama, 2006, 4’30 min. Sem diálogos.

Se alguém conseguir novas, por favor me avise onde procurar!

Olha só! Rápida sugestão que eu acabei de receber do nosso amigo dono do Matizes Escondidos: Mostra do Cinema Japonês. Eu nem analisei o link ainda (estou saindo correndo agora). Mas eu boto mão no fogo que vem coisa boa esta semana em BH pra se fazer depois de oito horas de trabalho.

Confiram!

Até!

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