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Mais uma daquelas sugestões do Philipe que, mais cedo ou mais tarde, vem à tona.

Leiam sempre o blogue dele com atenção!

Bonde das Impostoras – Bicha Designer

Mais um dia da semana, o que é que eu vou fazer?
Vou me mandar pro wonka pra fumar e beber
Eu sou super cult, não vou em qualquer lugar
Tem que ter gente bem burra pra eu poder me achar
Dai então eu conto o livro que eu li
Até a pagina dois porque de resto num entendi
Faculdade de design, durmo na biblioteca
Ouço jazz na quinta feira e sodomizo as boneca
Meu óculos de aro preto ja me faz inteligente
Discuto Bulgakov c’ vendedor de livro crente
Minha roupa é de brechó, igual meu avô já tinha
Roupa feia escandalosa só pra funkeira galinha
Desculpe mon amour que eu sou publicitário
Sou a nata criativa e você é um otário
Eu sou o mais legal e minha vida eu aproveito
Sodomia de três dias amarrado no banheiro
E isso é bem melhor que esse tal barzim da moda
Cheio de mal-vestidos, heteros e cocotas
Esqueça, a gente marca um café pra amanhã
Pra falar de cine grego e do Dalton Trevisan
Essa modinha de funk ja me deixou irritado
Eles são analfabetos, incultos e escrachados
Eles não percebem que são do tipo patético
Fogem do meu bom gosto formador de senso estético
Depois eu chego em casa pra baixar pornografia
Eu sou bem chegado nisso adoro escatologia
Sou lindo e cool, cult e bem vestido
Eu sei que desse jeito ainda arrumo um bom marido

(HAH! Não foi enviado por e-mail!)

A primeira vez que eu ouvi essa música, eu imaginei um carro cheio de viajantes com um monte de malas, indo contra o sol e em sdireação a praia. Por que eu teia pensando nisso? Vai saber… sinestesias.

Radiohead – Idioteque

Who’s in a bunker, who’s in a bunker
Women and children first
And children first
And children…
I’ll laugh until my head comes off
I’ll swallow till I burst
Until I burst
Until I…

Who’s in a bunker, who’s in a bunker
I haven’t seen too much
I haven’t seen enough
You haven’t seen it
I’ll laugh until my head comes off
Women and children first
And children first
And children…

Here I’m alive, everything all of the time
Here I’m alive, everything all of the time

Ice age coming, ice age coming
Let me hear both sides
Let me hear both sides
Let me hear both…

Ice age coming, ice age coming
Throw it in the fire
Throw it in the fire
Throw it in the…

We’re not scaremongering
This is really happening, happening
We’re not scaremongering
This is really happening, happening

Mobiles skwrking
Mobiles chirping
Take the money and run
Take the money and run
Take the money…

Here I’m alive, everything all of the time
[Background]
The first of the children

Eu mesmo não fui aos shows. Mas, por externalidades positivas daqueles que foram (e voltaram encantados), eu acabei ouvindo muito esta música, que é a única do Radiohead que eu tenho disponível (até por ser a que eu mais gosto).

Optei pela versão ao vivo só porque a qualidade do som está muito boa! Normalmente eu prefiro estúdios mesmo. Até porque músicas de estúdio criam mais clima pra bolar cenas na cabeça enquanto você viaja na música. A música ao vivo se limita a fazer você se imaginar nos shows. Talvez você viaje se imaginando um membro da banda, mas isso é pouco.
(:

Agora ESCUTA aí!

Já que a moda agoa é a cultura Indiana, aí vai o expoente máximo da música (e dança) das redondezas do Gandhi:

Prabhu Deva – Kalluri Vaanil

Segue a letra da música, na sua versão… freestyle… em português

Vai lá Rivaldo, sai desse lago
Mãe na aguardente no mei desse lago!
E o Mário rindo sai desse lago
Que o Bira e o Wando vão nesse lago

Acho que vai chover!
acho que vou da um
Ai brow vai entupir!
I love you linda yeah!

Como é que sai que sai desse lago?
mãe na aguardente não vem nesse lago
A cobra vai fumá
I love you lindo yeah!

E do cassino eu não vou sair
E do cassino eu não vou sair!

É pele de porco uhm!
Não vai querer patê?
E já que não jantei
Não vai querer patê?
Patê com salada?
Oia lá fi Oia lá fi!
Vai lá fi, vai lá fi!
Vai acabar o jantar!
A culpa é do Arafa

Banana, não sei não, vai logo e prove tudo
Morcego com Lamen é bom pro Beira-mar
Entende, sapeca, mulher come de tudo
Capando, dando lamen, é bom pro Beira-mar
O o o que ele é?
Ui ele tora um

Tá lá o Rivaldo que não sai desse lago
Mãe na aguardente bem no mei do lago

Ele não é pra comer
patê não é pra ter
Isso não é pra comer com a mãe
Só o vei? Com o véi, neh?

E você vai na manicure?
Jeneva faz dedo e unha
que nem sua avó?
Só é né? Só é né?
Vem pra cá pra mamar
Ui não! Manda vatapá

Agenda operação, sei que não é desse mundo
Sou mesmo, azeda, que nem peixe e chulé!
Meleca, com lêndea, enoja o meu mundo
É nada! Compara e diz qual delas é

Ta ta ta ta a arder
a lama a escorrer

Olha o Rivaldo! Sai desse lago!
Mãe aguardente no mei desse lago
Anda menino sai desse lago!
Menino eu mando, sai desse lago!

Vai chover, vai chover!
I love you lindo yeah!

Escuta aí!

(Desculpem o título horrendo deste post). A idéia é espalhar as sugestões musicais apresentadas do Music Alliance Pact, apud Meio Desligado: Novidades da música independente mundial: Music Alliance Pact de março.

É para quem não costuma só ficar com a boca aberta esperando vermes…

Mixtape de Não-Sambas de Enredo do Carnaval 2009, por Wannabe a blog. Tá aí para quem cansou de se vê na Globo…

Como música realmente popular, o samba está morto. Restam os sinceramente nostálgicos, os derivativos românticos gordurosos, as manifestações de folclore para a classe média – “rarara, Zeca Pagodinho, você é tão bêbado!” – e certos rituais criados no dever cívico de tentar ser carioca ou brasileiro.

Mas em BH o samba é moda. E tem uma curiosidade: os sambas-enredo das escolas hoje são bons exemplos de um português culto e polido. Por que será? Dizem meus professores de português e de interpretação de textos que isto ocorreu para mostrar ao mundo que o samba é cultura artística evoluída e inteligente. Algo parecido hoje seria transformar letras de funk carioca em uma linguagem culta e cheia de conteúdo (histórico, cultural, refrencial, moral, nacionalista).

Muito curioso. Mas o mais curioso paramim é: já viram o tanto que sambas falam de samba?

“FOLHA – Vão tocar no Brasil?
AMARANTE – Vamos para a Europa no fim de dezembro e para o Brasil em janeiro.”

Aliás, esta entrevista foi curta, mas interessante: eu gosto muito de conversas em que as pessoas falam sobre quais imagens vem à tona quando se escuta uma música.

(:

Shows nos metrôs de BH durante as madrugadas de sábado de dezembro. Melhor que certos Creamfields com shows de 45 minutos…

Estarei lá no Nação Zumbi este sábado!

Confira o site do BH Music Station. Mas eu recomendo mais que você visite o Meio Desligado que a matéria lá cobre melhor o assunto!

(:

[este é um antigo post meu, que estava perdido em meio ao meu LastFM. Na falta de criatividade e de tempo, deixo vocês com esta pérola da crítica musical não-muito-construtiva!]

Com seu papo poesia me transcende

Penélope

Pato Fu? Clã? Pillows? Na-nan… Aqui está o meu verdadeiro Lado-B.

A Banda Penélope (ou Penélope Charmosa… mais uma banda brasileira que não quis problemas com a Hanna-Barbera por motivos autorais), tinha uma proposta musical bem interessante – música para meninas. Bem, você pode então chamá-las de músicas “shoujo” , para uma melhor definição.

Versos como “hoje estou rubra pra baixo da cintura”, “brother is at home/he is tewty-five”, “lá fora o sol é radiante/meu vestido esvoançante tem um corte” mostram bem esse lado. Até o cover de Tom Zé, Namorinho de Portão, tem o seu lado meio “shoujo”: “o seu papo-furado/Paris lua-de-mel” e “o papai com cuidado/já quer saber/sobre meu ordenado/só pensa no futuro”, mesmo que cantada no masculino. E as músicas que fugiriam a este tema começam a falar de fantasia, sonho e cenários bucólicos. A perfeita definição do “shoujo” musical!

“Shoujo” musical cantado com uma voz de menina da Érika Martins, com flautas e pianos fazendo uma música que lembra o folk-rock. Eu chamaria de… pop-folk. Bom que ainda causa um certo embaraço ao brincar com duas palavras que se referem ao povo!

Penélope não fez sucesso, e a banda hoje deixou de existir para que Érika Machado seguisse carreira solo, algo que me chateou muito. E eu não entendo de qualidade técnica musical: deixo esta para quem quiser comentar este post. O meu gosto musical, para o bem ou para o mal, é pouco afetado por este tipo de variável! O importante para mim é que a música seja interessante para determinados momentos, e é extamente o que acontece com Penélope.

E assim como os shoujo mangá, Penélope me distrai, faz-me rir das pequenas coisas e me sentir relaxado com as grandes. Tudo o que eu preciso, por exemplo, para caminhar distraído até o meu serviço.

Have fun! Até!
=]

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