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A melhor parte de blogues cujos autores são despojados são as analogias:

“Ser anti-clerical em 1700 ou até 1900 e algo era uma atitude, hoje é o mesmo que usar piercing, tatuagens ou ser de esquerda, uma revolta de butique, algo que sua sogra não teria dificulade em entender. Atualmente, ser deslavadamente pró-revolução-burguesa, pró-tudo-o-que-veio-depois-do-século-18 é que é ser contra a “Igreja”, seja a igreja keynesiana, anti-globalista, do eco-primitivismo, do pós-modernismo, e até também a Católica Apostólica Romana, a menos influente de todas.” 

 

Esta é do Not tupy. O assunto é o enfadonho caso da Igreja excomungar médicos e garotinhas inocentes.

Só para não deixar passar batido, como católico eu devo comentar alguma coisa. A filosofia por trás da Igreja prega o repúdio ao assassinato (ao estupro também), mas também prega uma doutrina que busca aperfeiçoar cada vez mais a capacidade de perdoar.

Existem então aí duas coisas diferentes: uma é o fato de que as pessoas podem ou não ter sido excomungadas; outra é a atitude dos católicos (especialmente os padres) quanto a isto. Mesmo que um clérigo católico creia que a garota e os médicos tenham sido excomungados pela Divina Providência, ele deve ter com estas pessoas uma forte compaixão, um forte sentimento de alento e vontade de protegê-las. Ele deve também se esforçar para amá-los, e ele deve ser o mais solícito, piedoso, caridoso e justo com elas.

Esta sim seria uma prática catolicista completa e… louvável!

Esta deveria ser a filosofia de vida para aqueles que acreditam no milagre da bolachinha sem sal.

(:

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De uma comunidade do Orkut:

Robson
A soma da exploração com a opressão
Este caso da agressão já está sendo uma boa demonstração de como o capitalismo funciona na prática.

Agora querem desqualificar a denuncia da vítima. Só por que é mulher, estrangeira e por que o bárbaro crime mostra que o povo suíço, do alto de sua histórica neutralidade, não é imune à crise global do capitalismo e tb gera monstros fascistas.

Isso aí! Obviamente que este acontecimento demonstra a fraqueza do capitalismo. Principalmente porque qualquer demonstração de governos enconbrindo a verdade são tipicamente capitalistas, como por exemplo China, Cuba e Coréia do Norte…

veio até mim graças ao Not Tupy

Como música realmente popular, o samba está morto. Restam os sinceramente nostálgicos, os derivativos românticos gordurosos, as manifestações de folclore para a classe média – “rarara, Zeca Pagodinho, você é tão bêbado!” – e certos rituais criados no dever cívico de tentar ser carioca ou brasileiro.

Mas em BH o samba é moda. E tem uma curiosidade: os sambas-enredo das escolas hoje são bons exemplos de um português culto e polido. Por que será? Dizem meus professores de português e de interpretação de textos que isto ocorreu para mostrar ao mundo que o samba é cultura artística evoluída e inteligente. Algo parecido hoje seria transformar letras de funk carioca em uma linguagem culta e cheia de conteúdo (histórico, cultural, refrencial, moral, nacionalista).

Muito curioso. Mas o mais curioso paramim é: já viram o tanto que sambas falam de samba?

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