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A primeira vez que eu ouvi essa música, eu imaginei um carro cheio de viajantes com um monte de malas, indo contra o sol e em sdireação a praia. Por que eu teia pensando nisso? Vai saber… sinestesias.

Radiohead – Idioteque

Who’s in a bunker, who’s in a bunker
Women and children first
And children first
And children…
I’ll laugh until my head comes off
I’ll swallow till I burst
Until I burst
Until I…

Who’s in a bunker, who’s in a bunker
I haven’t seen too much
I haven’t seen enough
You haven’t seen it
I’ll laugh until my head comes off
Women and children first
And children first
And children…

Here I’m alive, everything all of the time
Here I’m alive, everything all of the time

Ice age coming, ice age coming
Let me hear both sides
Let me hear both sides
Let me hear both…

Ice age coming, ice age coming
Throw it in the fire
Throw it in the fire
Throw it in the…

We’re not scaremongering
This is really happening, happening
We’re not scaremongering
This is really happening, happening

Mobiles skwrking
Mobiles chirping
Take the money and run
Take the money and run
Take the money…

Here I’m alive, everything all of the time
[Background]
The first of the children

Eu mesmo não fui aos shows. Mas, por externalidades positivas daqueles que foram (e voltaram encantados), eu acabei ouvindo muito esta música, que é a única do Radiohead que eu tenho disponível (até por ser a que eu mais gosto).

Optei pela versão ao vivo só porque a qualidade do som está muito boa! Normalmente eu prefiro estúdios mesmo. Até porque músicas de estúdio criam mais clima pra bolar cenas na cabeça enquanto você viaja na música. A música ao vivo se limita a fazer você se imaginar nos shows. Talvez você viaje se imaginando um membro da banda, mas isso é pouco.
(:

Agora ESCUTA aí!

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Inesperada dica do De Gustibus, a segunda melhor análise do movimento cultural funk carioca que eu já li. A melhor análise em absoluto até hoje se econtra perdida numa SUPER INTERESSANTE do passado, em que rola uma paródia de estudos antropológicos e o funk carioca. Hilária porém informativa, a matéria segue os moldes da reportagem deste mês sobre a onda do livro Crepúsculo na mesma revista. Quando eu conseguir a reportagem, eu coloco aqui.

Voltando para o post do blogueiro que eu ainda desconheço, ele faz uma argumentação incrível para desprestigiar o funk como movimento musical. Só que, junto com o funk, ele leva embora um dos meus ritmos preferidos, que é o rock brasileiro dos anos 80.

E só como curiosidade (para quem foi lá e leu o post do cara), e cresci ouvindo rock brasileiro dos anos 80. Será que se eu (ou minha geração) ou minha geração, contruir sua música a partir disso, continuaria o marasmo musical, ou seríamos legítimos como os roqueiros ou os bossa-novas?

Fica aí a pergunta, e fica aí a dica para quem acredita que funk tem algum valor (além de permitir aos homens secarem a mulher alheia)! :)

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