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“Restringe a emissão da carteira de estudante, que passa a ser controlada pelo Conselho Nacional de Fiscalização, Controle e Regulamentação da Meia Entrada e da Identificação Estudantil, vinculada à Secretaria Geral da Presidência da República.”

Caramba…

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Em termos de volume de produto e relevância comercial e financeira, pode-se até dizer que o Brasil e o Bric não são países muito importantes, se comparado aos gigantes desenvolvidos. Mas, na minha opinião, existem alguns pontos que tornam estes quatro países mais importantes. Creio eu que quando o assunto é economia política, nós quatro somos capazes de fazer certas diferenças.

Como eu ainda não tenho argumentos, apenas palpites, neste blogue vou procurar mostrar para os leitores pistas de que está havendo um crescimento da nossa relevância.

O que eu quero ver é se algum dia nós nos tornaremos países desenvolvidos. Ou seja, se o mundo dos recursos escassos e mal alocados permitirá que novos países recebam este título. Se existe uma chance disso acontecer, creio que será conosco primeiro.

Não concordam?

Da Folha Online – Ilustrada

O desconto vale para as salas em São Paulo, Rio, Curitiba e Porto Alegre.

E eu vou perder isto porque o desconto não rola em BH. Damn!

):

Do site da SEDESE:

“Dando continuidade ao processo de qualificação profissional destinado a pessoas com deficiência, o Governo de Minas disponibiliza mais 20 vagas para os cursos de vendas e telemarketing. As oportunidades, oferecidas pelo projeto Usina do Trabalho, são para pessoas com deficiência física em membros inferiores, cadeirantes e deficiência visual parcial.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até amanhã (30), na Coordenadoria Especial de Apoio e Assistência à Pessoa com Deficiência (CAADE), que mantém um posto do Sistema Nacional de Emprego (SINE) exclusivo para a pessoa com deficiência. É necessário ter ensino médio completo e conhecimento em informática. A unidade funciona das 8h às 18h, na Rua da Bahia, 2.200, bairro Lourdes. As aulas começam na próxima segunda-feira (3).

O subsecretário de Trabalho, Emprego e Renda da Sedese, Antônio Amabile, ressalta a importância de se investir na qualificação da pessoa com deficiência e avisa que novas vagas serão abertas ainda neste ano. ‘Desde 2007, a subsecretaria tem conseguido atingir a meta de dobrar anualmente o número de pessoas com deficiência empregadas em nosso Estado, por meio dos postos do Sine. Nosso compromisso é disponibilizar uma vaga de emprego para cada qualificando’, afirma o subsecretário.

Desempenho

Dados do Sine Caade mostram que o número de colocados, nos primeiros oito meses deste ano, praticamente dobrou em comparação com o mesmo período de 2007, passando de 129 para 255, salto de 97,67%. A captação de vagas também cresceu consideravelmente. De janeiro a agosto do ano passado foram disponibilizadas 383, ao passo que no mesmo período de 2008 foram 657, crescimento de 71%. 

Criado este ano, o Projeto Usina do Trabalho tem como objetivo melhorar a qualidade de vida de comunidades carentes, por meio  de oferta para cursos de qualificação profissional. As ações são desenvolvidas  em vários municípios do Estado e o investimento do Governo de Minas é de R$ 10 milhões em 2008, com a oferta de mais de 10 mil vagas em diversos cursos.”


Um dos trabalhos que o governo deve fazer mesmo em uma economia de mercado; certo?

Até!

Do Café Colombo:

“O epitáfio do capitalismo está sendo, mais uma vez, esculpido. A queda nas Bolsas e os pacotes bilionários de socorro estatal à economia reavivaram os críticos do sistema de livre iniciativa. Mas, a despeito da crise, os sinais vitais do capitalismo vão bem, obrigado. A divisão do trabalho com liberdade econômica através de trocas voluntárias continua sendo a melhor forma de organização social.”

Reparem que eu estou pendendo excessivamente para a direita nestes últimos dias. Isto é natural, se você pensar numa postura de equilíbrio: os esquerdistas fazem a festa duplamente: crise financeira e eleições (já que a falta de direita na política transforma nossa festa da democracia numa festa da bagunça entre esquerdas). E, em nome do melhor debate democrático, e do melhor governo, em tento ver sempre os dois lados desta conversa. O monopólio (monopólio.. hhmm) da esquerda no Brasil vai me puxar muito para a direita por uns tempos. E, claro, ser de esquerda e concordar com balela socialista são duas coisas diferentes, na minha opinião. Por isso, meu blog vai sempre mostrar o caminho contrário ao pensando espúrio.

Um verdadeiro debate de idéias se faz é assim: um fala e o outro responde.

Quando as pessoas querem defender suas idéias, eu acredito que elas deveriam fazê-lo pensando em três pilares principais:

a) Por que sua idéia pode ser melhor que as outras que existem? Ou seja, porque eu deveria ser A e não B, C, D…? Quando se apresenta uma postura sem se ponderar as posturas concorrentes, você se isola num mundinho só do seu partido, e dificulta a entrada de novas pessoas que não sejam radicais, mas simpatizem com suas idéias em parte. No caso do debate esquerda vs. direita, os liberais são assim. Eles ignoram com desdém a possibilidade de existirem outras formas de se pensar, como se fosse óbvio e natural que o jeito deles é o certo. Sem juízo de idéias, se uma pessoa não tem paciência (ou humildade) para discutir o jeito do outro, para descrever o porque a idéia concorrente não é tão boa assim, e se prende a princípios sem aceitar discuti-los, o expectador vai ter que usar o que ele sabe para julgar tal idéia. Por “usar o que ele sabe” entenda ler jornais e rabiscar palpites.

b) Como a sua ideologia toma decisões? Ou seja, o que interessa para os outros em uma ideologia são as decisões que aquela ideologia defenderia: “Quanto recurso vai para o sul ou para o norte?” “Você é a favor do aborto? Em quais situações?”. Claro que não se precisa misturar a religião com a política, nem com o futebol; mas as decisões sobre aquilo que a idéia se propõe a solucionar. O que importa, no final, é qual o impacto do que você pensa naquilo que você faz. Então, quando você for expor suas idéias, faça isso de uma forma que as pessoas entenderão o impacto disso no mundo. Assim, esse é um grave problema dos canhotos políticos – eles não propões soluções. Ficam a mercê do mundo cotidiano, criticando a tudo e a todos que não sejam como eles queriam que fosse, e quando se questiona a eles: “Como é que eu faço então?”, a resposta que se houve é “Tem que mudar tudo! Fazer diferente. Porque como é feito é absurdo! Discutir, debater, falar, pensar…”. Isso não é uma resposta. E quando surge uma resposta, acaba surgindo algo como obrigar as pessoas a pensarem como eles. Colocar a mão não-tão-invisível assim (e dolorida) de uma pressão social forçando as pessoas a agirem como eles gostariam que fosse (Nacionalização? Intervenção? Socialização?). Misture essas duas coisas e você terá um governo poderoso e sem rumo (já que eles não dão soluções práticas). Por isso as pessoas do centro vão desconfiar eternamente das pessoas da esquerda.

Assim, dica que eu daria para quem quer defender uma ideologia, qualquer que seja ela, num boteco ou na academia… ou, mais importante que em qualquer outro lugar, na casa dos legisladores: responda com paciência as críticas alheias, por mais absurdas que elas sejam; e saiba adaptar as SUAS idéias na linguagem DELES. Debates tendem a cair muito o nível quando as pessoas não respeitam a forma como seus adversários raciocinam.

É isso aí! Encontrei os links no De Gustibus Non Est Disputandum

Epílogo:

Enquanto os ortodoxos falam

Ortodoxo: “1+1=2”

Outros dizem a mesma coisa assim:

Faficheiro: “A ontologia da realidade nos diz que as coisas, como elas de fato o são, podem ser representadas por outros ‘valores’ (no sentido abstrato e amplo do valor), sem que haja entre eles uma conexão moral, ou uma comunicação benévola e conscientizada. Assim, para além do dia a dia coisas (no sentido de tudo), dá-se um valor de uma coisa por uma outra coisa, mais essa mesma coisa por uma outra coisa alternativa a todas as demais, entende-se que esses valores impostos pela verdade relativa do status-quo dominante, agregam-se e comunicam-se, formando um último valor, no sentido de final e definitivo, que terá um nome dado pela dinâmica social e limitante de um território, mesmo que outros territórios podem ter uma mesma nomenclatura associada. Que no importar das coisas sociais, cabe dizer que é o dobro das validades originais. Mas isso não implica que…”

Ora, como alguém vai conseguir colocar estas duas pessoas para conversar?

Eu gostei muito desta explicação sobre como ocorreu a crise no sistema financeiro dos EUA. É uma forma mais pura de entender o acontecido, sem recorrer a termos econômicos, mas também sem perder a coerência nas palavras.

Serve bem para quem quiser entender o que está acontecendo, e entender porque boa parte dos economistas não gostam da atitude do FED.

(E para espantar alguns vultos marxistas e keynesianos que andam rodando as pessoas…)

:)

Até!

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