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O estudo da migração, como os outros temas em demografia, é essencialmente interdisciplinar. Embora isso possa ser visto como uma vantagem, porque introduz cientistas de formações distintas contribuindo com estudos e bibliografias de suas respectivas áreas, interdisciplinaridade é complexa e pode trazer divergências que travem o debate. No caso da migração, pode-se separar as teorias mais relevantes em duas grandes perspectivas: a microeconômica e a estrutural (MASEY et al, 1993).

Edição da imagem original, esta disponível em http://bit.ly/2NDIbHd
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Um problema recorrente na ciência da demografia é a falta de teorias gerais. Em parte, isso tem explicações na própria formatação da ciência: a demografia é uma ciência social e, como tal, possui fortes limitações para análises experimentais e empíricas. Além disso, os demográficos são cientistas excepcionalmente atentos à qualidade dos dados e dos métodos utilizados: são bastante conscientes da dificuldade de se obter dados acurados, e se preocupam muito com os limites de generalizações, de projeções e de cálculos indiretos. Por fim, a demografia é em essência interdisciplinar. Possui raízes na economia, na sociologia, na geografia, na medicina, na estatística e, portanto, possui uma gama de cientistas com epistemologias diversas, com diferentes preferências e desconfianças das várias metodologias empregadas… tudo isso joga contra a formação de consenso e, portanto, dificultando muito a formação de teorias gerais.

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Diablo-Ho Time Fully Occupied Shakespeare Year ca 1905 Artist G E Shepheard. CC0 1.0 Universal (CC0 1.0)

Esta resenha faz uma rápida análise de uma famosa questão surgida na demografia a partir da segunda metade do século XX: a compressão da morbidade. A partir do momento que países desenvolvidos superaram seus grandes problemas com doenças infecciosas, a próxima prioridade passaram a ser as doenças não comunicáveis (DNC), especialmente cardiovasculares e neoplasias. Mas a natureza e o tratamento deste tipo de doença são diferentes das doenças epidemiológicas, e nesse sentido, a comunidade acadêmica passou a discutir os limites da própria capacidade humana e até mesmo da capacidade dos tratamentos que combatem tais males. A partir da seleção de três artigos produzidos ao longo das últimas décadas, propõem-se uma revisão do que a demografia debate acerca do aumento da esperança de vida graças ao combate às doenças não-comunicáveis e como isto influencia a qualidade de vida das pessoas na medida em que vivem mais. Leia o resto deste artigo »

Meu valioso amigo Pilipe é um desses caras que é sempre bom ter por perto, pois ele sempre pode lhe passar dicas interessantes e informações (in)úteis.

Este cara teve pelo menos três oportunidades de mudar a minha vida com essas dicas dele.

Uma dica foi me apesentar Regina Spektor, cantora que só agora chega ao mercado brasileiro (uma bendita vizinha minha escuta Fidelity pelo menos 15 vezes – literalmente 15 vezes – seguidas por fim-de-semana garças a novela da Globo. Podia ser pior, podia ser Katinguelê ou sei lá o quê… Só sei que Regina Spektor rapidamente se tornou uma das minhas cantoras favoritas, e no meu Last FM acusa ela como um dos três intérpretes que eu mais ouço. Mais pura verdade. Adoro a voz dela, a sonoridade das músicas e suas letras fantásticas (Especialmente Pavlov’s Daughter, On the Radio, Your Honor e That Time – estão aí recomendadas!!).

Outra foi acadêmica. Ele insistiu tanto para que eu lesse Tábula Rasa, que até “comprou o livro para mim, sendo que eu podia pagá-lo bem depois”. Sorte minha que eu fui preguiçoso (500+ páginas de texto não-ficção…) e só li depois de terminar a faculdade. Assim, pude lê-lo com um senso mais apurado, e de fato, foi uma epifania. O livro é, do começo ao fim, uma confirmação das minhas idéias aliadas a conhecimento acadêmico e centífico. Ler Steven Pinker foi revelador e mudou minha visão de mundo – não mudou meu ponto de vista, só a forma como eu enxergo minhas próprias idéias, o que é ainda mais incrível.

A última dica dele a ser listada aqui (apesa de haver mais), foi o XKCD. O Genial Randall Munroe me foi apresentadoelo Pilipe e até hoje trata-se das tirinhas mais incríveis que eu leio. Diversão nerd-acadêmica-româtica-matemática garantida duas vezes por semana.

Entres outras mil dicas. Por isso o blog dele deve sempre ser lido! Este post todo virou uma espécie de homenagem, mas o sentido original era falar de Graveola e o Lixo Polifônico, banda regional que ele gostou muito e insistiu para que eu conhecesse. Conheci e gostei muito! Eu sou fascinado com bandas que misturam gêneros musicais sem nenhum compromisso além de trazer um som agradável para seus ouvintes.

Eu baiei as músicas e estou escutando direto. Recomendado. Muito bom. E, se o Pilipe deu a dica, sugiro que experimentem…

Inteki!

À moda antiga porque é um daqueles posts em que a pessoa descreve seu cotidiano e tal… isto porque venho através deste comentar que passarei meu carnaval em CB City – bem longe das agitações urbanas de Rio, Salvador ou Ouro Preto. A bem da verdade, assim é que eu gosto!

Na verdade, preferiria inclusive ter ficado em Belo Horizonte. eu me snto realizado morndo numa cidade que comporta 2 milhões de habitantes mas que circule só 500 mil pelas ruas. Adoro cidade grande vazia. Principalmente porque ela não estará realmente vazia. As pessoas estão por aí sim, BH. Só que estão mais calmas, menos ignorantes e com melhor convivênvia. Um interiorzão.

Tivesse eu ficado em BH eu iria procurar os carnavais alternativos a noite. Boites e pubs com música boa e gente que goste tanto quanto eu de folia. Encheria só um pouquinho a cara; ficaria uns quinze minutos num canto sentido falta da minha gata (que passa um ótimo carnaval-família em Porto de Galinhas); pegaria o busão; dormia um pouco; estudaria para concurso; encontrava om amigos nerds (que também são pouco adeptos à folia); e voltava para os estudos. Nada melhor para descansar do que uma vida dessas.

Quando eu era mais novo, eu odiava o carnaval. Depois que eu li uma matéria num jornal de grande circulação comentando que existia todo um carnaval paralelo de brasileiros que não gostavam de folia, descobri que eu não estava só e me senti melhor. Hoje eu adoro carnaval. É um feriado que eu uso para fazer n coisas diferentes: Descanso, divirto, organizo minhas coisas, viajo e (por que não?) vez ou outra caio na folia também? Hoje em dia, enquanto não toca o funkão infernal eu me divirto a beça mesmo em festinhas barangas de carnaval tradicional.

A melhor coisa de ser uma pessoa “alternativa”, como alguns me chamam*, não é você ser diferente, é você ter o poder de esolher agir como “mainstream”, como “indie” ou como você quiser.

Bom carnaval! :)

* tirando os que me chamam simplesmente de estranho

Boa frase:

“Você se pergunta por que o governo totalitário e simplesmente não proibia o álcool de uma vez? Tire-se a liberdade, a propriedade, e até o irmão de um homem, você terá um homem amedrontado. Tire-se a cerveja e você terá uma revolução.”

Fiz esta semana algo que eu não imaginei que faria tão cedo: comprei uma revista Veja. Mas eu o fiz pelo mérito da edição. Afinal, não sou um ativista ideológico: aqueles que defenderem as idéias mais úteis (ou mais agradáveis, quando for o caso) sempre receberam meu apoio. E esta semana a Veja trouxauma Utilidade Pública como a anos não fizera igual: um tradicional político brasileiro se declarando desiludido por viver num bando de porcos. Lúcia Hippolito, ainda mais surpreendida que eu, postou na íntera a entrevista em seu blog.

Mas… e daí? Qual a novidade em dizer que a maioria do PMDB é corrupta ou que o governo Lula é uma lama incapaz e anti-ética? A novidade não é o conteúdo da entrevista, mas o impacto de como (e por quem) estas informações foram ditas. Uma boa análise das palavras de Jarbas Vasconcelos pode ser vista no Observatório da Imprensa.

Eu só quero reiterar minha satisfação em ter lido a entrevista. É incrível como que a postura de uma pessoa faz toda a diferença para a credibilidade do que ela diz. Para mim, o senador convence que sua desilusão é a real razão para o desabafo, e que o medo de não ter muita coisa interessante a perder garante que ele não tenha se auto censurado. Até a postura a posteriori, de não aprofundar nas denúncias, mostra o total desprezo do interlocutor pelo assunto. Não o desprezo imoral, mas um desprezo advindo do cansaço e da desilusão.

Podem até ser simples factóides as declarações de Jarbas. Mas ele não parece se importar com isso. Parece que ele disse aquilo porque não faz mais diferença, e que nossa sociedade imbecil vai continuar se preocupando com besteiras ao invés de seguir um caminho inteligente.

Lula lá!

Fernanda Takai passa a mandar no meu blogue! Mas Street Fighter é o que bomba mesmo por aqui. Fora Masdar, que eu só publiquei um post sobre o tema.

Agora continuam firmes e fortes Tônus Vital, Hellsing e Assolan

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Até!
(:

I have not finished reading it. It’s great, but it’s a long three part conversation, and I’m reading it at work. So it’s kinda of hard to read it all and… do my job! I’m finishing the part two, and on this part Neil Gaiman and Geoff Boucher talks about the British Invasion – both the original musical invasion and the comics one. Have at you:

GB: One of the great things about “The Sandman” and, before that, your work on “Black Orchid” was the approach of taking existing and familiar characters from the comics and adding new layers of complexity to their stories as well as more nuanced explanations of their motivations and origins. Along with Alan Moore‘s work on “Swamp Thing,” it seems to me that your character revival approach on “The Sandman” really created a template for a whole generation of comics writers.

NG: One of the things I had in common with Alan Moore and a whole generation of comics writers around us — certainly Grant Morrison — was a love and respect for what had gone before but also a healthy interest in seeing where we could go with it. It was a combination of those the two impulses. We were in a period then in mainstream American comics that things had gotten a bit hidebound. Comics read very much like a mixture of what had come before. And I think at the time you had this wonderful little transatlantic thing that happened, this mini-British Invasion. Looking back on it, the analogy of what happened to pop music in the 1960s was probably pretty accurate. Alan Moore got to be the Beatles and, along with Grant Morrison, I was Gerry and the Pacemakers.

GB: Well, don’t sell yourself short. What about the Kinks or the Stones?

NG: Right, maybe the Kinks or the Stones. But maybe I was Herman’s Hermits

GB: I’ve got it: the Animals. Then you can have a spooky Eric Burdon, “House of the Rising Sun” kind of thing going on.

NG: The Animals, yes. That would be cool. But yeah, the idea that you had Brits listening to this [American] stuff and fell in love with it and for all the right reasons, and then realized they could do something new with it, something with different cultural impulses. The British Invasion did that in music, and in a way, we did it in comics.

I’ve omitted some references… I just got tired, and I gotta work!!

[este é um antigo post meu, que estava perdido em meio ao meu LastFM. Na falta de criatividade e de tempo, deixo vocês com esta pérola da crítica musical não-muito-construtiva!]

Com seu papo poesia me transcende

Penélope

Pato Fu? Clã? Pillows? Na-nan… Aqui está o meu verdadeiro Lado-B.

A Banda Penélope (ou Penélope Charmosa… mais uma banda brasileira que não quis problemas com a Hanna-Barbera por motivos autorais), tinha uma proposta musical bem interessante – música para meninas. Bem, você pode então chamá-las de músicas “shoujo” , para uma melhor definição.

Versos como “hoje estou rubra pra baixo da cintura”, “brother is at home/he is tewty-five”, “lá fora o sol é radiante/meu vestido esvoançante tem um corte” mostram bem esse lado. Até o cover de Tom Zé, Namorinho de Portão, tem o seu lado meio “shoujo”: “o seu papo-furado/Paris lua-de-mel” e “o papai com cuidado/já quer saber/sobre meu ordenado/só pensa no futuro”, mesmo que cantada no masculino. E as músicas que fugiriam a este tema começam a falar de fantasia, sonho e cenários bucólicos. A perfeita definição do “shoujo” musical!

“Shoujo” musical cantado com uma voz de menina da Érika Martins, com flautas e pianos fazendo uma música que lembra o folk-rock. Eu chamaria de… pop-folk. Bom que ainda causa um certo embaraço ao brincar com duas palavras que se referem ao povo!

Penélope não fez sucesso, e a banda hoje deixou de existir para que Érika Machado seguisse carreira solo, algo que me chateou muito. E eu não entendo de qualidade técnica musical: deixo esta para quem quiser comentar este post. O meu gosto musical, para o bem ou para o mal, é pouco afetado por este tipo de variável! O importante para mim é que a música seja interessante para determinados momentos, e é extamente o que acontece com Penélope.

E assim como os shoujo mangá, Penélope me distrai, faz-me rir das pequenas coisas e me sentir relaxado com as grandes. Tudo o que eu preciso, por exemplo, para caminhar distraído até o meu serviço.

Have fun! Até!
=]

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